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Mesmo com os preços da reposição subindo, a relação de troca vantajosa pode tornar este um bom momento para a renovação do rebanho.
Com a alta dos produtos concorrentes do sebo, o coproduto bovino trabalhou em alta nessa semana. O cenário para o couro é semelhante, com exportação em nível recorde e boa demanda, elevando o patamar de preços.
Na parcial de abril, 4,0 arrobas de boi gordo são necessárias para adquirir uma tonelada do insumo, queda de 2,1% em comparação ao mês anterior.
Em março e abril, exportamos mais milho do que em comparação com o ano passado. Isso é o contrário do que aconteceu em janeiro e fevereiro.
As vendas estão ocorrendo com boa fluidez, com destaque para os leilões que têm mostrado forte movimentação.
O Encontro de Confinamento e Recriadores da Scot Consultoria encerrou sua programação nesta sexta-feira, 11 de abril, com um dia de campo no Confinamento Monte Alegre (CMA), em Barretos (SP). Reunindo cerca de mil pessoas, o encerramento foi marcado por uma intensa programação técnica e um festival gastronômico com estações de carne.
Os custos com a reposição do plantel (boi magro) e com a alimentação (com destaque ao milho) subiram no primeiro trimestre de 2025. Isso será impeditivo ou restringirá o retorno financeiro do confinador?
A cotação da reposição subiu para todas as categorias.
Com uma oferta de bovinos terminados limitada no momento, aliada a uma demanda interna e externa crescente, a cotação do boi gordo ganha força no curto prazo.
A alta na cotação do boi gordo, aliada à queda no preço do milho, tem melhorado a relação de troca para o pecuarista neste início de abril.
Em um novo episódio da guerra comercial entre EUA e China, tarifas atingem o marco dos três dígitos, e nenhum dos lados parece ceder.
Segundo analistas de mercado, apesar de elevação nas cotações do boi gordo, boi magro, a participação elevada ainda de fêmeas nos abates sinaliza que o ciclo pecuário ainda não virou.
Chuvas abaixo da média marcam o início de abril no Nordeste e Centro-Oeste. No Norte, volumes elevados persistem, enquanto Sudeste e Sul ficam dentro da normalidade.
As <em>commodities</em>, o dólar e a safra (entende-se, a produção agrícola), desempenham papéis importantes no agronegócio brasileiro e na própria economia do país. O agronegócio brasileiro é sensível a esses três fatores, e o equilíbrio entre eles define a saúde econômica do setor.
Na última sexta-feira (4/4), a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgou os dados sobre a exportação brasileira em março, confirmando a expectativa de recorde para o volume embarcado para o mês. Foram embarcadas 215,4 mil toneladas de carne bovina <em>in natura</em> - o maior volume para um mês de março na nossa história - volume 29,6% superior ao que embarcamos em março de 2023 (166,3 mil toneladas).
Em São Paulo, nos últimos sete dias úteis, a arroba do boi gordo subiu resultando em um incremento médio de 2,5% por cabeça no mercado de reposição.
Apesar do cenário apontar para uma alta das cotações, a tendência no curto prazo de aumento no volume de bovinos destinados a reposição pode conter os preços.
Mesmo com a relação de troca desfavorável para o pecuarista, a quantidade de arrobas necessárias para a compra do insumo é a terceira menor registrada em um ano.
Mercado de carne bovina brasileira conquista mais um mercado este ano. Mercado vietnamita é crescente e deve trazer um volume exportado de 1,0% a 1,5% maior para o Brasil em 2025.
Os mapas indicam que abril será um mês de contrastes no Brasil. Enquanto a região Norte e parte do Nordeste devem registrar volumes elevados de precipitações, partes do Centro-Oeste e Sudeste enfrentam um período mais seco. As temperaturas ficarão acima da média na maior parte do país, exceto no Sul, onde o clima tende a ser mais ameno.
Em São Paulo, com a alta na cotação da arroba do boi gordo, as negociações no mercado de reposição melhoraram, mas ainda seguem travadas entre os preços ofertados e a disposição do comprador.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, em inglês) divulgou hoje, 31/3, seu relatório de intenção de semeadura para a safra 2025/26 do país, confirmando a expectativa do mercado de aumento para a área semeada com milho e redução para a área destinada à soja.
Com a valorização da arroba do boi gordo na comparação feita semana a semana, recriadores e invernistas voltaram aos negócios.
O mercado do boi gordo deverá permanecer firme na primeira quinzena de abril. A pressão da oferta de boiadas tem sido menor nas últimas semanas e, apesar do avanço do outono, no Brasil Central ainda há capacidade de retenção de oferta nas fazendas - o que deve cessar a partir da segunda quinzena, podendo pressionar os preços.
Marcos Jank analisa o cenário da carne bovina no Brasil, destacando as oportunidades de agregar valor à produção, com um foco nas transformações estruturais e desafios que o setor enfrenta no mercado global.
Na comparação feita mês a mês, no pagamento defevereiro referente ao leite entregue em janeiro, a alta foi de 2,7%, após três meses consecutivos de queda.
Na comparação feita mês a mês, no pagamento de fevereiro referente ao leite entregue em janeiro, a alta foi de 2,7%, após três meses consecutivos de queda.
Na parcial de março, o preço médio nas granjas em São Paulo subiu 1,7% em relação a fevereiro.
Entrevista com o professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do centro Insper Agro Global, Marcos Jank
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Mercado do boi gordo: análise e perspectivas da semana
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