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Para o sebo, estabilidade do óleo de soja limita novas altas. Para o couro, menor disponibilidade de matéria-prima sustenta os preços.
Para o sebo, a menor oferta, aliada à demanda nos mercados interno e externo, mantém as cotações firmes. Para o couro, a menor disponibilidade de matéria-prima sustentou a alta na semana.
Em setembro, o Brasil importou 26,5% menos diesel na comparação anual, e os Estados Unidos responderam por 73,6% do volume. O acordo entre Trump e Putin reabre a oferta russa, mas o abastecimento de novembro ainda depende de novas compras.
Para o sebo, a oferta restrita, a demanda crescente do biodiesel e o diesel recorde nos Estados Unidos sustentam as cotações. Para o couro, os preços ficaram estáveis, mas a menor oferta e a exportação aquecida já abrem espaço para possíveis altas.
A discussão nos Estados Unidos sobre possíveis restrições às exportações de diesel adiciona um novo fator de risco ao mercado brasileiro, cuja dependência do combustível norte-americano aumentou em meio à menor disponibilidade global.
Para o sebo, a demanda do setor de biodiesel, a menor oferta e a paridade entre a cotação do óleo de soja sustentaram a alta. Para o couro, a menor oferta e o aumento das exportações resultaram em alta na cotação na semana.
A menor oferta de sebo, somada à demanda aquecida do setor de biodiesel, sustenta a alta das cotações. Para o couro, apesar das exportações aquecidas, a cotação segue lateralizada.
Menor oferta, reflexo da demanda do sebo pelas indústrias de biodiesel e exportações sustentam cenário de alta. Para couro, exportações seguem aquecidas.
A menor oferta, diante dos abates reduzidos, e a demanda aquecida do setor de biodiesel mantêm a pressão de alta sobre o sebo bovino. No mercado de couro, os preços permanecem estáveis.
Uma menor oferta de sebo bovino e a demanda aquecida do setor de biodiesel sustentam as altas. No mercado de couro, os preços estão estáveis.
O aumento da demanda do setor de biodiesel, combinado a uma oferta menor no momento, projetam um cenário de alta. Para o couro, o mercado segue travado, mesmo com as exportações aquecidas.
A demanda do setor de biodiesel por sebo cresce gradualmente, sustentada pela paridade com o óleo de soja e as exportações continuam, apesar das tarifas impostas pelos EUA. Para o couro, as exportações seguem aquecidas.
Para o sebo, a demanda do setor de biodiesel deve aumentar gradualmente, mas as exportações seguem como ponto de atenção para o momento. Para o couro, o mercado segue estável.
Cenário para o sebo bovino tem viés baixista, diante da demanda interna em patamar reduzido e das tarifas norte-americanas. Para o couro a oferta está aquecida.
Perspectivas para a padronização feita pelo MAPA.
O mercado de sebo bovino enfrenta demanda interna lenta e expectativa de pressão baixista diante da nova tarifa nos EUA. Para o couro, o mercado segue travado.
Tarifa ao etanol brasileiro entrou em vigor em 24/7 e chegou em 37,5% com a segunda sobretaxa.
O mercado de sebo bovino opera sob pressão, com maior oferta, demanda interna lenta e incertezas quanto à exportação nos próximos períodos. Para o couro, o mercado está travado.
Com oferta elevada e demanda interna arrefecida, o mercado de sebo bovino opera sob pressão. Para o couro, apesar da exportação recorde no semestre, a cotação está estável.
Com a trégua no Golfo, que durou 60 dias, a cotação do petróleo Brent havia caído ao menor nível desde o início da guerra. Com o retorno das hostilidades, o cenário pode voltar ao que era.
Após uma semana de queda para o sebo, os preços trabalham em estabilidade, ainda que a pressão de queda persista. Para o couro, nada mudou.
Com um mercado de sebo ofertado e uma demanda relativamente estável, houve queda para o coproduto. Já o couro está com um mercado travado.
Mercado de sebo está ofertado, com a demanda arrefecida pela maior disponibilidade de óleo de soja. Para o couro, o mercado está travado, mesmo com o bom ritmo nas exportações.
No mercado de sebo, há pressão de baixas nas cotações, sustentada pela maior oferta e pela demanda enfraquecida. Para o couro, o mercado está travado, mesmo com a exportação em bom ritmo.
O produtor individual tem pouca influência sobre a formação do preço de commodities. O preço de referência costuma ser formado por uma combinação de oferta, demanda, estoques e câmbio.
No mercado de sebo, há pressão de baixa para as cotações, sustentada pela maior oferta no momento e pela menor demanda do setor de biodiesel. Para o couro, o mercado está travado, com as exportações sustentando a estabilidade.
No mercado de sebo, a demanda para produção de biodiesel arrefece com a redução da paridade de preços frente ao óleo de soja. Para o couro, apesar da maior oferta sazonal, a exportação e os custos logísticos sustentam a estabilidade.
No mercado do sebo, a demanda por biodiesel e as exportações para os Estados Unidos sustentam os preços, enquanto que para o couro, a maior oferta sazonal deve ser equilibrada pelos custos logísticos e pelo bom ritmo das exportações.
Para o sebo, a demanda está aquecida no mercado interno e houve aumento nos volumes exportados, sustentando os preços. Para o couro, as exportações em bom ritmo mantêm sustentação no mercado.
Entrevista com o Head de Agro, Alimentos e Bebidas na XP Investimentos, Leonardo Alencar
Notícias Agrícolas
Arroba tem motivo para novas altas em novembro com oferta restrita e demandas crescentes na exportação e no mercado interno
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