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Sebo bovino com preços firmes e tendência de alta. Já o couro está estável, mas pressionado pela oferta elevada e demanda fraca.
Cotação da oleaginosa recuou nos últimos dias com base em Chicago e na apreciação do real frente ao dólar, entretanto, falas do presidente norte-americano adicionaram volatilidade ao mercado.
O cenário é de redução nas ofertas, que antes eram abundantes, embora alguns frigoríficos ainda contem com boa disponibilidade de bovinos de confinamento.
O cenário apresentou redução nas ofertas, que antes eram abundantes, embora alguns frigoríficos ainda contassem com boa disponibilidade de bovinos de confinamento.
Precipitações se espalham pelo Brasil, favorecendo algumas áreas, mas a recuperação da umidade do solo ainda é lenta.
O mercado está dividido em dois cenários. As indústrias frigoríficas voltadas ao mercado externo trabalham com escalas mais alongadas. Algumas delas optaram por ficar fora das compras nesta manhã, enquanto as que atuaram mantiveram os preços nos mesmos patamares de ontem, mesmo com a menor oferta de bovinos hoje e ao longo da semana.
O mercado esteve dividido em dois cenários. As indústrias frigoríficas voltadas ao mercado externo trabalharam com escalas mais alongadas.
O mercado futuro do boi gordo segue com maior procura, e as posições em aberto para dezembro sobem mais do que as de outubro e novembro.
Para outubro, a expectativa é de intensificação das chuvas nas áreas que já registraram precipitações no fim de setembro, além do avanço para regiões que ainda enfrentam estiagem.
O cenário ainda é de mercado bem ofertado em grande parte do estado, com presença significativa de bovinos de confinamento nas escalas de abate dos frigoríficos e com escoamento de carne bovina ainda moroso. Em parte das praças monitoradas, porém, já há indícios de menor folga na oferta e de pecuaristas mais retraídos nas vendas, o que vem incentivando melhores pagamentos pela arroba bovina.
O cenário ainda era de mercado bem ofertado em grande parte do estado, com presença significativa de bovinos de confinamento nas escalas de abate dos frigoríficos e com escoamento de carne bovina ainda moroso.
A cotação não mudou na comparação feita dia a dia. A oferta boa de boiadas permite a escala de abate tranquila.
Mercado avança em setembro e com boas notícias no mercado externo.
Com as escalas tranquilas e com o fraco escoamento de carne, alguns frigoríficos ficaram fora dos negócios nesta terça-feira. Os que abriram as compras aproveitaram a boa oferta e negociaram abaixo das referências do dia anterior, com exceção da vaca, cuja cotação não mudou.
Com as escalas tranquilas e com o fraco escoamento de carne, alguns frigoríficos ficaram fora dos negócios na terça-feira. Os que abriram as compras aproveitaram a boa oferta e negociaram abaixo das referências do dia anterior, com exceção da vaca, cuja cotação não mudou.
A cotação do boi gordo não mudou na comparação feita dia a dia. A oferta de boiadas esteve contida e as escalas de abates começaram a encurtar, o que justificou essa estabilidade. As escalas de abate atenderam, em média, a oito dias.
A cotação do boi gordo não mudou na comparação diária. A oferta de boiadas está contida e as escalas de abates começaram a encurtar, justificando essa estabilidade.
O ritmo de negócios do mercado está moroso e frio. Algumas indústrias, com escalas satisfatórias, permanecem fora das compras e aguardam como será o mercado nos próximos dias.
A cotação permaneceu estável para todas as categorias na comparação diária. A oferta de bovinos para abate foi boa; com isso, os compradores ainda operaram com escalas de abate confortáveis, e parte deles ficou fora das compras.
O ritmo de negócios do mercado estava moroso e frio. Algumas indústrias, com escalas satisfatórias, permaneciam fora das compras e aguardavam como seria o mercado nos próximos dias.
Com as escalas confortáveis e o escoamento lento da carne, grande parte das indústrias não comprou, o que manteve as cotações estáveis.
As chuvas retornam de forma mais abrangente ao Centro-Oeste e Sudeste, aliviam parte da estiagem no Norte e mantêm o padrão no Sul, enquanto o Nordeste segue com volumes concentrados e áreas secas persistentes.
Apesar do déficit hídrico, compradores seguem buscando bovinos magros, sustentando a valorização da cotação de várias categorias em São Paulo.
O ritmo lento das vendas acompanha a sazonalidade dos meses; ainda assim, os preços mantêm ajustes positivos.
Vendas fracas em setembro pressionam os preços.
Ao longo da terceira semana de setembro, as cotações do boi gordo, das fêmeas e do “boi China” recuaram R$5,00/@. Esse movimento foi resultado do alongamento das escalas de abate. Esse cenário permitiu que parte dos frigoríficos reduzisse os preços ofertados.
Ao longo da terceira semana de setembro, as cotações do boi gordo, das fêmeas e do “boi China” caíram R$5,00/@. Esse movimento foi causado pelo alongamento das escalas de abate.
A oferta de bovinos esteve boa e o consumo de carne bovina permaneceu estável. Com isso, os frigoríficos ficaram com escalas de abate mais alongadas e reduziram o ritmo das compras. No mercado externo, embora a exportação tenha apresentado bom desempenho, a queda do dólar reduziu a margem dos exportadores, o que pesou contra a cotação da arroba.
O mercado abriu com queda de R$3,00/@ para todas as categorias.
Entrevista com o médico veterinário, Ubirajara Bilego
AgroMais
Cotações e tendências para o mercado do boi gordo
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