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Exportação dita o ritmo para os coprodutos, onde para o sebo o cenário segue com firmeza e para o couro um momento de estabilidade entre as quedas.
Guerra comercial entre China e EUA eleva prêmios nos portos brasileiros.
A tecnologia tem sido essencial para a produtividade e sustentabilidade da pecuária brasileira nas últimas décadas, e seu protagonismo deverá aumentar no futuro.
O mercado terminou a quarta-feira e abriu a quinta-feira mais ofertado de bovinos. O escoamento de carne até ontem era considerado bom, tanto no mercado interno quanto no externo. Nesse sentido, a cotação de todas as categorias não mudou.
Foram abatidas 10,4 milhões de cabeças sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária. Desempenho recorde para o trimestre.
Após as altas registradas ontem, sustentadas pela melhora no escoamento da carne e pela redução na oferta de bovinos, o mercado abriu hoje com preços estáveis para todas as categorias.
Após as altas registradas ontem, sustentadas pela melhora no escoamento da carne e pela redução na oferta de bovinos, o mercado abriu estável.
O desempenho da exportação da carne bovina foi exuberante nos dois últimos anos e vem crescendo consistentemente nos últimos 10 anos.
O bom escoamento da carne bovina tem contribuído para sustentar os preços em São Paulo. Com isto, as cotações do boi gordo e do “boi China” subiram R$1,00/@, e a cotação da vaca subiu R$2,00/@. A cotação da novilha não mudou de ontem para hoje.
O Confina Brasil encerrou, em 25 de julho, a Rota 2, que percorreu propriedades no Norte do Tocantins, Pará e no Vale do Araguaia, entre Mato Grosso e Goiás.
Setor busca novos mercados para compensar perdas de US$ 1 bilhão e evitar demissões, mas preços no Brasil podem variar.
No primeiro semestre de 2025, foram exportadas 487,6 mil cabeças.
Recuo no preço do milho maior que os movimentos dos produtos processados sustentou a margem das indústrias de etanol de milho.
A entressafra de capim limitou a oferta, o consumo interno melhorou e as tarifas dos Estados Unidos passaram a preocupar menos. Com isso, a cotação da arroba subiu região de Marabá (PA).
A primeira semana de agosto foi marcada por altas consecutivas nas cotações e, hoje, o cenário não mudou.
A primeira semana de agosto foi marcada por altas consecutivas nas cotações e, na sexta-feira (8/8), o cenário não mudou.
Negociações ganham força e as categorias de machos anelorados, em São Paulo, registram alta na primeira semana de agosto.
Recebimento dos salários e Dia dos Pais aumentam o ritmo das vendas e sustentam a cotação de parte dos setores da carne bovina.
Exportações aquecidas em julho e a alta demanda no mercado interno sustentam os preços do sebo. O preço do couro, impulsionado pela boa oferta e menor faturamento das exportações, por outro lado, está sob pressão de queda.
Julho foi bastante chuvoso no grain belt norte-americano e, agora em agosto, com uma perspectiva de uma intensidade menor de chuvas, as lavouras de soja e de milho devem se desenvolver bem.
É muito mais barato e prudente você buscar ferramentas de proteção contra queda de preços nos movimentos de alta de preços, do que de baixa.
Um olhar econômico sobre os danos causados pela mosca-dos-chifres e o retorno do controle estratégico.
A oferta de boiadas está enxuta, com uma parcela dos pecuaristas à espera de preços melhores para negociar. Este cenário tem feito a cotação da arroba do boi gordo recuperar as perdas recentes. Com isto, as cotações do boi gordo, “boi China” e novilha subiram R$5,00/@, e a cotação da vaca subiu R$3,00/@.
Com o melhor escoamento da carne em relação à última semana e a ponta vendedora ainda retraída, o dia abriu com alta de R$3,00/@ na cotação do boi gordo, da vaca e do “boi China”. Para a novilha, a cotação subiu R$2,00/@.
Crescimento da produção brasileira de sorgo, concentração regional, destinação para nutrição animal e análise comparativa de custo-benefício com o milho.
Apesar de um mercado mais especulativo do que ativo em negociações no início da semana, a menor oferta de boiadas terminadas e a melhora no escoamento da carne abriram espaço para uma alta de R$2,00/@ na cotação de todas as categorias.
Apesar dos desafios climáticos e tarifários, a procura por bovinos dá sinais de recuperação no mercado paulista.
Com a chegada do fim do mês, as vendas perderam força, pressionando os preços em parte dos setores da carne bovina.
O biodiesel e as exportações sustentam os preços do sebo, enquanto o couro sofre pressão baixista por oferta elevada e arroba fraca.
Com avanço estimado de 6,4% na produção, a colheita deve ganhar ritmo em agosto, aumentando a oferta e pressionando os preços do caroço no mercado.
Entrevista com o médico veterinário, Ubirajara Bilego
AgroMais
Cotações e tendências para o mercado do boi gordo
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