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Ações asiáticas caem enquanto votações acobertam dados da economia americana


Terça-feira, 2 de agosto de 2011 - 18h12

Ações asiáticas caíram pelo quarto dia consecutivo, cinco dias após o lançamento do relatório que apontou o menor crescimento da produção norte-americana em dois anos, mesmo com o anúncio de medidas para aumentar o teto na dívida norte-americana. Ações da Miner BHP Billiton Ltda caíram 1,8% em Sydney e intensificaram a preocupação global sobre o calote norte-americano. A indústria sul-coreana Samsung Eletronics Co.,que tem os Estados Unidos como seu segundo principal destino dos produtos, teve queda de 1,8% nas suas ações na bolsa de Seul. A Toyota Motors, maior fabricante mundial de carros, e que detém 27% do mercado nos Estados Unidos, viu suas ações caírem 0,6% na bolsa de Tóquio. “Quando os investidores do mercado financeiro prestarem atenção aos indicadores econômicos, ficarão muito desapontados”, disse Stephen Halmarick, um dos coordenadores de uma pesquisa da Colonial First State Global Asset Management. A agência prevê um prejuízo de US$150 bilhões. ”A aprovação do aumento do limite do teto da dívida dos EUA é, sem dúvida, uma boa notícia, mas no momento a economia norte-americana vem claramente desacelerando e também parece ter diminuído na Europa e na China”. A MSCI Asia Pacific Índex (índice das ações da região Ásia-Pacifico, exceto o Japão) caiu 0,8%, a partir das 9:42 da manhã em Tóquio, 4:1 (a cada 4 ações que subiram, 1 desvalorizou). Isso acontece porque o mercado não está certo a respeito do que acontecerá após os legisladores chegarem a um consenso sobre o aumento do teto da dívida. A Ásia não foi a única a sentir os reflexos da tensão mundial. No Brasil a bolsa iniciou as atividades (2/8) com baixa de 0,20%. No período da tarde foi registrada queda de 2,14% no Ibovespa. O presidente Barack Obama aprovou nas últimas horas o aumento do teto da dívida, que agora passou a ser de US$15,2 trilhões, através de corte nos gastos públicos, a fim de reduzir o déficit em US$2,1 trilhões na próxima década. Em novembro serão votados outros cortes, que totalizarão US$2,1 trilhões em cortes. Fonte: Washington Post. Por Akiko Ikeda e Toshiro Hasegawa, 1 de agosto de 2011.
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