Com oferta contida e poucos negócios, as cotações não mudaram.
Foto: Bela Magrela
Após a alta na cotação da vaca no dia anterior (19/10), o mercado abriu a terça-feira com poucos negócios e preços estáveis, com os negociadores aguardando o direcionamento do mercado no decorrer da semana.
A oferta de boiadas estava contida, e os frigoríficos estavam comprando apenas o necessário para manter as escalas de abate fluindo.
As escalas de abate estavam, em média, para sete dias.
A oferta de boiadas estava enxuta. Com isso, a cotação do boi gordo subiu R$7,00/@ na região Sul e R$5,00/@ na região Oeste.
Na comparação feita dia a dia, a cotação do boi gordo subiu R$5,00/@. Para as demais categorias, houve estabilidade.
Até a terceira semana de outubro, o Brasil exportou 107,8 mil toneladas de carne bovina in natura. A média diária foi de 9,8 mil toneladas, 32,7% menor do que em outubro de 2025, quando a média foi de 14,6 mil toneladas por dia.
Em relação à segunda semana do mês, a média diária subiu de 8,8 para 9,8 mil toneladas, e a queda frente a outubro de 2025 diminuiu de 39,9% para 32,7%.
A cotação média da tonelada ficou em US$6,2 mil, alta de 12,4% em relação ao mesmo período do ano passado, quando estava em US$5,5 mil.
Com 11 dias úteis, metade dos 22 dias de outubro de 2025, o volume embarcado corresponde a 33,6% das 320,5 mil toneladas exportadas no mês inteiro do ano passado. O faturamento, de US$671,5 milhões, equivale a 37,8% dos US$1,78 bilhão de outubro de 2025.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 20/10/2026.
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