• Terça-feira, 13 de outubro de 2026
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Mercado do boi gordo: estabilidade em São Paulo

Com poucos negócios após o feriado e parte das indústrias fora das compras, as cotações não mudaram.


Foto: Bela Magrela

Foto: Bela Magrela

Após o feriado do dia anterior (12/10), o mercado abriu a terça-feira com poucos negócios e com parte das indústrias fora das compras, aguardando o direcionamento do mercado no decorrer da semana. Com isso, a cotação não mudou.

A oferta de boiadas estava enxuta. Apesar disso, os negócios eram realizados dentro das referências.

Do lado da indústria, mesmo com o escoamento de carne bovina para o varejo, os frigoríficos estavam cautelosos nas compras. Por outro lado, aqueles que precisaram compor escalas estavam mais ativos. De modo geral, as escalas de abate atendiam, em média, a nove dias.

Recorde de preços no mercado atacadista da carne com osso

Na última semana, as vendas no varejo tiveram bom desempenho, sustentadas pelo recebimento dos salários, o que refletiu no desempenho do atacado. Paralelamente, os varejistas que se programaram para o feriado de segunda-feira, 12/10, anteciparam os pedidos para reposição de estoques.

Além disso, a menor disponibilidade de carcaças, somada à firmeza da cotação do boi gordo, também contribuiu para sustentar os preços.

Com isso, a cotação de todas as carcaças subiu.

A cotação da carcaça casada do boi capão e do boi inteiro subiu 1,1%, ou R$0,25/kg, negociadas em R$25,00/kg e R$24,55/kg, respectivamente.

Entre as carcaças casadas das fêmeas, a cotação da vaca subiu 1,1%, ou R$0,25/kg, apregoada em R$24,00/kg e a da novilha subiu 2,0%, ou R$0,25/kg, comercializada em R$24,55/kg.

A cotação da carcaça casada do boi capão igualou o maior patamar registrado na série histórica, alcançado anteriormente na penúltima semana de abril de 2026. As demais carcaças, que haviam atingido recordes nas semanas anteriores, continuaram registrando novas máximas históricas.

No curto prazo, a expectativa era de que o mercado permanecesse firme.

No mercado de proteínas alternativas, a cotação do frango médio* subiu 1,1%, ou R$0,08/kg, apregoada em R$7,58/kg. Já a do suíno especial** subiu 8,4%, ou R$0,80/kg, negociada em R$10,30/kg.

*Ave que leva em consideração o peso médio da linhagem para um lote misto, com rendimento de carcaça estimado em 74,0%.
**Animal abatido, sem vísceras, patas, rabo e gargantilha.

Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 13/10/2026.

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