As cotações do boi gordo, da vaca e da novilha registraram alta, sustentada pela oferta diminuta.
Foto: Scot Consultoria
A oferta de bovinos na região do Triângulo Mineiro está enxuta. Unidades de maior porte conseguiram fechar as escalas de abate para as próximas semanas, com negociações mais competitivas. Já as unidades menores relataram dificuldade para fechar a escala da semana vigente e pagaram o preço pedido. Assim, na comparação semanal, houve alta para as três categorias.
O boi gordo teve alta de 3,0%, ou R$10,50/@, cotado em R$357,00/@. Para a vaca, a alta foi de 1,5%, ou R$5,00/@, negociada em R$334,50/@. Para a novilha, a alta foi de 3,0%, ou R$10,00/@, para R$344,50/@.
O diferencial de base está em R$6,00/@, ou 1,7%, menor em relação a São Paulo, onde o boi gordo está cotado em R$363,00/@.
Todos os preços são a prazo, descontados o Senar e o Funrural.
Para o curto prazo, a expectativa é de estabilidade a alta.
Figura 1.
Preços mensais do boi gordo, em R$/@, a prazo e livre de impostos, na região Oeste do Rio Grande do Sul.
*até 8/10. Fonte: Scot Consultoria - www.scotconsultoria.com.br
Figura 2.
Cotação do boi gordo, em 8/10, em R$/@, com preços a prazo e livre de impostos.
** Inclui a região de Rondonópolis
Fonte: Scot Consultoria - www.scotconsultoria.com.br
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