Oferta limitada e expectativa de melhora no consumo mantêm o mercado firme.
Foto: Scot Consultoria
Após as altas registradas no dia anterior (7/10) para todas as categorias, o mercado abriu o dia com cotações estáveis e firmes.
A menor disponibilidade de gado, aliada à demanda consistente, reflexo da expectativa de melhora gradual do consumo nos próximos dias, sustentava o mercado.
Apesar disso, aqueles que compraram bons volumes de gado no dia anterior estavam mais morosos nas negociações. Já os que ainda precisavam compor escalas seguiam ativos e pagavam o que era pedido.
Do lado vendedor, havia pedidas acima das referências. Embora a indústria resistisse a essas pedidas, as negociações aconteciam, e aqueles que ofertavam lotes maiores conseguiam melhores condições de preços.
Negócios pontualmente acima dessas referências foram relatados, mas sem volume para estabelecer novos patamares de preço.
As escalas de abate estavam atendendo, em média, a uma semana.
Na comparação feita dia a dia, alta de R$3,00/@ para a vaca e a novilha. Para o boi gordo, estabilidade. A menor oferta de gado sustentava esse cenário.
As escalas de abate estavam atendendo, em média, a cinco dias.
Pelo segundo dia consecutivo, houve alta nas cotações. Em Goiânia, a alta foi de R$1,00/@ para o boi gordo, R$2,00/@ para a vaca e R$3,00/@ para a novilha.
Na região Sul, o boi gordo e a vaca ficaram estáveis. Para a novilha, alta de R$3,00/@.
Para o “boi China”, alta de R$5,00/@, ágio de R$7,00/@ para ambas as regiões.
As escalas de abate estavam atendendo, em média, entre cinco e nove dias.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 8/10/2026.
<< Notícia Anterior Próxima Notícia >>Receba nossos relatórios diários e gratuitos