Oferta restrita e firmeza dos vendedores sustentam altas, mesmo com compras cautelosas da indústria.
Foto: Bela Magrela
A oferta restrita de boiadas e a firmeza dos vendedores sustentavam o mercado, mesmo em um momento sazonal de menor escoamento de carne. Indústrias que buscavam manter as escalas confortáveis acabaram pagando os preços pedidos.
Na comparação feita dia a dia, alta de R$5,00/@ para o boi gordo, para o “boi China” e para a vaca. Para a novilha, alta de R$2,00/@.
Valia lembrar, porém, que os compradores estavam atuando com cautela, buscando as melhores oportunidades de negócio e fazendo o controle dos estoques.
As escalas de abate atendiam, em média, a oito dias.
Após as altas registradas no dia anterior na região de Goiânia, tanto para os machos quanto para as fêmeas, o mercado iniciou com cotações estáveis para todas as categorias.
Já na região Sul, após as altas do dia anterior para os machos, a quarta-feira foi o dia das fêmeas. Alta de R$3,00/@ para a vaca e de R$5,00/@ para a novilha. Para o boi gordo, estabilidade.
As escalas de abate atendiam, em média, a uma semana.
A oferta enxuta de gado sustentava preços firmes na região Oeste do estado e trouxe alta para todas as categorias na região Sul.
Na região Sul, a cotação do boi gordo e da novilha subiu R$3,00/@. Para a vaca, alta de R$2,00/@.
Na região Oeste, estabilidade para todas as categorias.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 23/9/2026.
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