Com poucos negócios nessa segunda-feira, a cotação não mudou.
Foto: Scot Consultoria
A semana começou com poucos negócios e, com isso, a cotação não mudou.
As escalas de abate atendiam, em média, a seis dias.
Com a ponta vendedora segurando a boiada, já há negócios acima da referência do mercado, em torno de R$360,00/@, mas com volume não suficiente para se tornar referência.
Após altas na cotação das fêmeas no último dia útil (18/9), as cotações permaneceram estáveis para todas as categorias.
As escalas de abate estavam, em média, para cinco dias.
As vendas na última semana no varejo foram fracas, o que ocasionou menor pedido para reposição de estoque. Por outro lado, a disponibilidade das carcaças, principalmente as do boi inteiro e das fêmeas, está menor e, somado a isso, a cotação dos bovinos destinados ao abate está firme, sustentando o preço das carcaças.
Dessa maneira, a cotação de todas as carcaças subiu.
A cotação da carcaça casada do boi capão subiu 1,7%, ou R$0,40/kg, enquanto a do boi inteiro subiu 1,3%, ou R$0,30/kg.
Para as fêmeas, a da vaca subiu 1,3%, ou R$0,30/kg, e a da novilha subiu 2,6%, ou R$0,60/kg.
A tendência é de que as vendas permaneçam menos intensas, porém com preços sustentados devido à menor oferta e à cotação firme no mercado do boi gordo.
No mercado de proteínas alternativas, a cotação do frango médio caiu 1,3%, ou R$0,10/kg. A cotação do suíno especial** subiu 3,7%, ou R$0,30/kg.
*Ave que leva em consideração o peso médio da linhagem para um lote misto, com rendimento de carcaça estimado em 74,0%.
**Animal abatido, sem vísceras, patas, rabo e gargantilha.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 21/9/2026.
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