Mercado firme, boi gordo estável e fêmeas em alta pelo segundo dia consecutivo.
Foto: Scot Consultoria
Apesar da cautela nos negócios, o mercado esteve firme. A cotação do boi gordo não mudou na comparação feita dia a dia. Apesar disso, a oferta controlada sustentava as referências.
A cotação da vaca e a da novilha, cuja oferta não estava grande e a procura firme, resultou em alta de R$3,00/@. O desempenho das vendas de carne era suficiente para dar suporte às cotações.
As escalas de abate atendiam, em média, a nove dias.
Houve negócios acima dos preços correntes, mas foram pontuais e não caracterizavam referência de mercado. Para a novilha, foi o segundo dia consecutivo de alta.
A menor oferta e a maior procura por vacas e novilhas trouxeram firmeza ao mercado e a cotação subiu.
Na região do Triângulo Mineiro, a cotação da novilha subiu R$2,00/@. A cotação do boi e a da vaca não mudou.
Na região de Belo Horizonte, a cotação da novilha subiu R$3,00/@. Para as demais categorias, estabilidade.
Na região Norte, não houve mudanças.
Na região Sul, também não houve mudanças.
Para a cotação do “boi China”, alta de R$2,00/@. Ágio de R$5,00/@ nas regiões de Belo Horizonte e Norte e de R$8,00/@ na região do Triângulo Mineiro.
Não há referência para o “boi China” na região Sul.
Na primeira semana de setembro, o volume exportado foi de 40,6 mil toneladas, com uma média diária de 10,1 mil toneladas, queda de 29,1% frente ao embarcado por dia em setembro de 2025. Na comparação com agosto desse ano, alta de 8,9% no volume diário.
A cotação média da tonelada ficou em US$6,1 mil, semelhante à de agosto, mas 9,3% maior na comparação com o mesmo período de 2025.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 10/9/2026.
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