• Quinta-feira, 3 de setembro de 2026
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Mercado do boi gordo: cotação reage em São Paulo

Oferta controlada e maior interesse de compra sustentam alta do boi China e da novilha.


Foto: Bela Magrela

Foto: Bela Magrela

Apesar das vendas de carne não terem ganhado a força esperada, a oferta controlada e a maior iniciativa dos compradores na aquisição de boiadas fizeram com que a cotação da arroba do “boi China” e da novilha subisse. Na comparação feita dia a dia, a cotação de ambas as categorias subiu R$3,00/@.

O ágio entre o boi gordo e o “boi China” era de R$3,00/@. A diferença entre as categorias estava estreita, e o ágio observado era mais uma banda de referência para os negócios do que um prêmio.

Na média, as escalas de abate cobriam uma semana. Uma parte da indústria, porém, estava programada para a primeira quinzena do mês e fazia ofertas abaixo das referências.

Apesar da oferta controlada, não se tratava de um quadro de escassez de matéria-prima e se as vendas não ganhassem força a pressão baixista tendia a voltar ao mercado.

Bahia

Em relação ao dia anterior, a cotação nas praças pecuárias baianas subiu R$2,00/@ para as fêmeas.

As escalas de abate estavam curtas e atendiam, em média, entre três e cinco dias. 

Espírito Santo

A oferta de gado estava enxuta, o que sustentou o mercado. Entre as fêmeas, a oferta mais restrita trouxe altas para as categorias.

Na comparação feita dia a dia, alta de R$2,00/@ na cotação da vaca e da novilha. Para o boi gordo e o “boi China”, estabilidade.

 

As escalas de abate atendiam, em média, a cinco dias.

Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 3/9/2026.

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