Oferta controlada e postura firme dos vendedores equilibram o mercado.
Foto: Bela Magrela
Após a alta do dia anterior para a cotação da arroba do boi gordo e do "boi China", o mercado abriu estável naquela quarta-feira.
A oferta de boiadas estava controlada e os frigoríficos compravam apenas o necessário para manter as escalas de abate fluindo, que atendiam, em média, a nove dias. Com as escalas formadas, os frigoríficos pressionavam os preços.
A ponta vendedora, porém, estava firme em suas expectativas de preços e não negociava diante de ofertas de compra deprimidas.
Na comparação feita dia a dia, a cotação do boi gordo subiu R$2,00/@ nas regiões do Triângulo Mineiro, de Belo Horizonte e no Sul. A da vaca subiu R$2,00/@ no Triângulo Mineiro e no Norte. A da novilha subiu R$3,00/@ no Triângulo Mineiro, em Belo Horizonte e no Norte.
A cotação do “boi China” subiu R$2,00/@. Ágio de R$5,00/@ na região do Triângulo Mineiro e de R$2,00/@ nas regiões de BeloHorizonte e Norte.
Não havia referência para o “boi China” na região Sul.
A cotação não havia mudado.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 2/9/2026.
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