Mercado estável, com oferta e demanda em equilíbrio.
Foto: Scot Consultoria
As cotações ficaram estáveis na comparação feita dia a dia. A oferta de boiadas e a procura estavam equilibradas. Os frigoríficos negociavam com cautela, comprando apenas o necessário para manter as escalas confortáveis, que atendiam, em média, a oito dias. E a oferta seguiu controlada pela ponta vendedora.
O escoamento da carne no mercado interno estava lento para o momento, o que limitava espaço para novas altas.
A cotação do boi gordo subiu R$2,00/@. A cotação da vaca e a da novilha não mudou.
Após a valorização do boi gordo em todas as praças no dia anterior, a cotação não mudou. A oferta, porém, seguiu enxuta e os frigoríficos encontraram dificuldade para a formação das escalas.
Na primeira semana de agosto, o volume exportado foi de 52,4 mil toneladas, com uma média diária de 10,5 mil toneladas, queda de 17,9% frente ao embarcado por dia em agosto de 2025. A cotação média da tonelada ficou em US$6,2 mil, alta de 10,5% na comparação com o mesmo período de 2025.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 13/8/2026.
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