Mercado registrou alta para a vaca em um ambiente de oferta limitada e escalas ajustadas.
Foto: Bela Magrela
Após a alta do dia anterior na cotação da arroba do boi gordo e da novilha, o mercado abriu com alta na cotação da vaca, de R$2,00/@.
A oferta de bovinos estava enxuta. Os compradores, por sua vez, demonstravam maior disposição para negociar na comparação com a semana passada.
Apesar de não quererem alongar as escalas, os compradores buscavam mantê-las confortáveis e, para isso, melhoraram as ofertas.
A oferta de fêmeas estava menor que a de bois.
As escalas de abate atendiam, em média, a seis dias.
Havia negócios acima das referências, mas ainda não representavam a referência de mercado.
Na comparação feita dia a dia, alta de R$2,00/@ para a vaca e para a novilha. A cotação da arroba do boi não mudou.
As escalas de abate atendiam, em média, a sete dias.
A cotação ficou estável para todas as categorias.
Até a terceira semana de julho, o volume exportado foi de 140,4 mil toneladas, com uma média diária de 10,8 mil toneladas. Esse desempenho estava menor que o da segunda semana do mês e é 10,3% menor frente a julho de 2025.
A cotação média da tonelada ficou em US$6,4 mil, alta de 15,1% na comparação com o mesmo período de 2025. O faturamento estava em US$896,8 milhões, 58,4% do faturamento de julho de 2025.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 21/7/2025.
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