Oferta curta e menor apetite de compra mantiveram o mercado equilibrado e sustentaram a estabilidade nas cotações.
Foto: Bela Magrela
A cotação do boi gordo subiu R$1,00/@. Para as demais categorias, a cotação permaneceu estável. Parte da ponta compradora estava cautelosa, especialmente em função da preocupação com a demanda externa por carne bovina e de um mercado interno potencialmente moroso nos próximos dias. Por outro lado, a oferta escalonada de bovinos e a necessidade de cumprir as escalas de abate davam sustentação às cotações.
As escalas de abate estavam, em média, para sete dias.
As cotações permaneceram estáveis. Havia oferta de bovinos, mas sem excedentes. Ao mesmo tempo, a demanda seguiu em ritmo morno, com parte dos frigoríficos evitando alongar as escalas de abate.
A cotação do boi gordo subiu nas praças pecuárias do estado. A demanda por bovinos estava aquecida e tinha contribuído para a sustentação das cotações.
Na região Oeste, a cotação do boi gordo subiu R$0,15/kg. Para as demais categorias, a cotação não mudou.
Na região de Pelotas, a cotação do boi gordo subiu R$0,20/kg. Para as demais categorias, a cotação permaneceu estável.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 11/6/2026.
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