Escalas alongadas e consumo lento enfraquecem as negociações, com mercado dependente da retomada das vendas de carne.
Foto por: Scot Consultoria
Com escalas de bom tamanho e as vendas de carne devagar, as negociações estavam sem força. Parte da indústria frigorífica não estava ativamente nas compras, e as ordens de compra das que estavam nada mudaram em relação ao dia anterior.
As escalas de abate estavam, em média, para 10 dias.
As cotações vigentes não agradavam à ponta vendedora. Para os próximos dias, o rumo do mercado dependia do volume de negócios realizados e da retomada das vendas de carne no mercado interno.
A oferta havia melhorado e os negócios aumentaram. Nesse contexto, as escalas avançaram e atendiam, em média, entre nove e 11 dias. Com isso, na comparação feita dia a dia, nas três praças pecuárias paraenses, a cotação caiu.
Na região de Marabá, a cotação do boi gordo e a da novilha caiu R$3,00/@. Para a vaca, estabilidade.
Na região de Redenção, a cotação da vaca caiu R$3,00/@. As cotações do boi gordo e da novilha ficaram estáveis.
A cotação do “boi China” não havia mudado.
Na região de Paragominas, a cotação do boi gordo e do “boi China” caiu R$2,00/@, e a da vaca e a da novilha não mudou.
O mercado esteve firme e a cotação não mudou.
As escalas de abate estavam, em média, para nove dias.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 5/5/2025.
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