Oferta reduzida e procura aquecida sustenta o mercado.
Foto: Bela Magrela
A pouca oferta e a maior procura têm sustentado o mercado, principalmente por parte dos frigoríficos menores, que não conseguiram escalar o suficiente e, por isso, oferecem mais pela arroba. Já os frigoríficos que conseguiram se programar têm negociado com mais tranquilidade.
Dessa maneira, a cotação subiu R$3,00/@ para o boi gordo e R$2,00/@ para o “boi China”, enquanto as demais categorias permaneceram estáveis.
As escalas de abate estavam, em média, para sete dias.
Com a oferta restrita e, na busca por completar as escalas, os frigoríficos pagaram o que era pedido. Com isso, a cotação subiu em todas as praças.
Na região Norte, a cotação subiu R$2,00/@ para todas as categorias.
A escala de abate estava, em média, para oito dias.
Na região Sudoeste, a cotação subiu R$3,00/@ para o boi gordo, e R$5,00/@ para a novilha. Para a vaca, não houve alteração.
A escala de abate estava, em média, para quatro dias.
Na região de Cuiabá, a alta foi de R$3,00/@ para o boi gordo, e de R$2,00/@ para a vaca. A novilha permaneceu estável.
A escala de abate estava, em média, para seis dias.
Na região Sudeste, a cotação subiu R$2,00/@ para o boi gordo e para a vaca. Para a novilha, a alta foi de R$3,00/@.
A escala de abate estava, em média, para cinco dias.
A cotação do “boi China” subiu R$2,00/@.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 9/4/2025.
<< Notícia Anterior Próxima Notícia >>Receba nossos relatórios diários e gratuitos