Oferta enxuta e escalas curtas mantiveram a sustentação dos preços após as altas recentes.
Foto: Bela Magrela
Após as altas registradas no dia anterior (6/4), o mercado havia iniciado o dia estável. A oferta enxuta e as escalas de abates curtas fundamentavam o mercado e sustentavam as cotações.
A escala de abate estava, em média, para seis dias.
Aqueles com maior necessidade e urgência para compor as escalas acabaram oferecendo mais pela arroba dos bovinos, especialmente em negociações de grandes lotes. Ainda assim, esses negócios não ocorreram em volume suficiente para se tornarem referência.
O mercado esteve firme e a cotação de referência não mudou.
No estado, assim como em outras regiões do país, a oferta de gado era pouca e as escalas curtas, que não superavam seis dias. Essa dinâmica, combinada com uma ponta vendedora firme nas suas pedidas e com boas condições de pastagem, sustentaram a firmeza do mercado. Nesse cenário, duas das três praças paraenses registram alta.
Na região de Marabá, o boi gordo e a novilha registraram alta de R$2,00/@. Para a vaca, alta de R$3,00/@.
Na região de Redenção, todas as categorias registraram alta. O boi gordo teve acréscimo de R$6,00/@. Para a vaca e a para a novilha, alta de R$2,00/@.
Para as regiões de Marabá e Redenção, o “boi China” registrou alta de R$2,00/@.
Na região de Paragominas, a cotação de todas as categorias ficou estável.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 7/4/2025.
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