A menor oferta sustenta o mercado, impulsionando as cotações.
Foto por: Scot Consultoria
As ofertas estiveram contidas, e ainda assim, havia volume suficiente para atender às escalas, porém sem folga. Mesmo com parte da indústria frigorífica fora das compras na sexta-feira, os compradores ativos pagaram mais pela vaca e pelo “boi China”.
A cotação da vaca subiu R$3,00@ e a do “boi China”, R$1,00/@.
Há negócios acima da referência, porém com baixo volume para consolidar referência.
A escala de abate estava, em média, para seis dias.
As vendas de carne no mercado interno perderam força com o fim do mês. Por outro lado, o escoamento para o mercado externo está firme e a oferta, curta, sustentando o mercado.
Após a alta nas cotações das fêmeas nas duas regiões do estado na última quinta-feira (26/3), hoje, apenas a cotação do boi gordo na Região Sul subiu, R$3,00/@
As escalas de abate estavam, em média, para cinco dias em ambas as regiões.
A pouca oferta, aliada às exportações firmes, tem sustentado as cotações na região, mesmo com o mercado interno mais fraco no período.
Dessa maneira, a cotação do boi gordo subiu R$3,00/@ e a do “boi China” subiu R$5,00/@. A cotação das fêmeas não mudou.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 27/3/2025.
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