A cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$5,00/@. Para as fêmeas, a cotação não mudou na comparação feita dia a dia.
Foto: Bela Magrela
A cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$5,00/@. Para as fêmeas, a cotação não mudou na comparação feita dia a dia. A alta esteve fundamentada na queda da oferta de boiadas e na demanda firme por carne bovina no mercado para exportação. Frigoríficos sem contrato pagaram mais pela arroba.
As escalas de abate estiveram, em média, para seis dias.
Todos os preços foram brutos e com prazo.
Com a oferta de boiadas reduzida, a cotação da arroba subiu.
Na região de Dourados, a cotação do boi gordo subiu R$4,00/@ e a da vaca e a da novilha subiu R$3,00/@.
As escalas de abate estiveram, em média, para cinco dias.
Na região de Campo Grande, a cotação do boi gordo subiu R$3,00/@. Entre as fêmeas, a cotação não mudou na comparação feita dia a dia.
As escalas de abate estiveram, em média, para seis dias.
Na região de Três Lagoas, a cotação do boi gordo subiu R$5,00/@ e a da vaca e a da novilha subiu R$3,00/@.
As escalas de abate estiveram, em média, para sete dias.
A cotação da arroba do “boi China” subiu R$5,00.
A procura por bovinos terminados esteve contida, e o escoamento da carne bovina esteve lento. Assim, a oferta acompanhou a demanda, e as cotações permaneceram estáveis em relação a ontem.
Não há referência para o “boi China” no estado.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 29/1/2026.
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