Apesar do menor ritmo nas vendas de carne, típico da última semana do mês, com os produtores retendo a boiada e buscando realizar melhores negócios, as ofertas diminuíram, permitindo alta na cotação, com exceção da cotação da vaca, que seguiu estável.
Foto: Bela Magrela
Apesar do menor ritmo nas vendas de carne, típico da última semana do mês, com os produtores retendo a boiada e buscando realizar melhores negócios, as ofertas diminuíram, permitindo alta na cotação, com exceção da cotação da vaca, que seguiu estável. Ainda assim, há negócios acima das referências, porém em menor intensidade.
A cotação do boi gordo subiu R$1,00/@. A novilha, após 26 dias sem alteração, subiu R$3,00/@. A cotação do “boi China” subiu R$2,00/@.
As escalas de abate estavam, em média, para seis dias.
Com a oferta reduzida, as cotações subiram.
Na região Oeste, a cotação subiu para todas as categorias. Para o boi gordo, a alta foi de R$0,10/kg. Para as fêmeas, a cotação subiu R$0,05/kg.
Na região de Pelotas, a cotação do boi gordo não mudou. Para a vaca e para a novilha, a cotação subiu R$0,10/kg.
Apesar da oferta restrita, o escoamento de carne está lento, o que tem limitado as altas.
Na região de Goiânia, a escala de abate estava, em média, para oito dias.
Na região Sul, a escala de abate estava, em média, para cinco dias.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 28/1/2025.
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