Não houve alterações nas cotações das diferentes categorias, mas o mercado do boi gordo operou em um ambiente de “queda de braço”.
Foto: Bela Magrela
Não houve alterações nas cotações das diferentes categorias, mas o mercado do boi gordo operou em um ambiente de “queda de braço”.
Apesar de o escoamento da carne ter sido considerado satisfatório para o período, a oferta seguiu atendendo à demanda e manteve escalas confortáveis em alguns frigoríficos, que passaram a testar preços mais baixos.
A ponta vendedora, por outro lado, permaneceu resiliente quanto à entrega a preços menores e cadenciou a oferta de boiadas.
Diante disso, frigoríficos que ofertaram preços abaixo da referência e não possuíam parcerias enfrentaram dificuldades para adquirir boiadas e formar escalas, enquanto aqueles com programações mais curtas seguiram negociando dentro da cotação vigente.
As escalas de abate atenderam, em média, a sete dias.
Após o recuo de R$4,00/@ no preço do boi gordo no dia anterior (13/1), o mercado operou com estabilidade nas cotações para todas as categorias.
Na comparação diária, não houve alterações nas cotações de todas as categorias.
Com isso, o preço do boi gordo completou oito dias consecutivos de estabilidade, enquanto os preços da vaca e da novilha chegaram a seis dias estáveis.
Mesmo assim, o mercado sinalizou uma oferta com maior dificuldade para suprir a demanda, e uma pressão altista começou a sondar a praça.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 14/1/2025
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