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Egito reduz mais tarifas de importação e amplia oportunidades para exportadores brasileiros


Segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007 - 09h57

Um dos principais parceiros nacionais no mundo árabe, o Egito comprou US$1,3 bilhão do Brasil em 2006; 55,4% mais que em 2005. Os itens mais vendidos foram carne bovina e de frango, açúcar, minério de ferro, alumina calcinada e chassis para microônibus. O ministro egípcio das Finanças, Youssef Boutros Ghali, anunciou nesta semana a redução de uma série da tarifas de importação de produtos intermediários e acabados. Ele destacou que as taxas alfandegárias sobre certos insumos para a indústria alimentícia foram suprimidas, enquanto que foram reduzidas para alguns alimentos acabados. A alíquota sobre os tecidos caiu de 22% para 10%, sobre os fios de 12% para 5% e sobre as vestimentas de 40% para 30%. As taxas sobre os produtos agrícolas, de origem animal e medicamentos baixaram de 50% para 30%. De acordo com o ministro, 90% das tarifas alfandegárias recolhidas sobre 1.114 produtos serão, no futuro, de no máximo 10%. Oportunidades para brasileiros Para os exportadores brasileiros a medida é positiva, na avaliação do secretário-geral da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Michel Alaby, principalmente no que diz respeito às vendas de matérias-primas para a indústria alimentícia. "Na indústria alimentícia é onde há uma grande probabilidade de se alavancar exportações adicionais ao Egito", disse ele em São Paulo. Como exemplo ele citou produtos como frutas e polpas de frutas, proteína de soja, cacau, ovos em pó, entre outros. Em julho do ano passado, o governo egípcio já havia liberado a importação de frangos congelados, ovos frescos, leite em pó e ovos em pó e ainda zerou as tarifas de importação destes produtos, da carne bovina congelada e de peixes congelados. A medida era válida por seis meses, mas foi prorrogada pelo menos até o final do mês de março deste ano. Outros produtos que estão isentos de tarifas de importação são milho amarelo, gelatina de milho, farelo de soja, insumos para ração, fosfato de cálcio e farinha de osso. Só para se ter uma idéia, a liberação da importação de frango rendeu US$53,5 milhões em vendas do Brasil ao Egito entre setembro e dezembro de 2006. Foram embarcadas 48,89 mil toneladas de carne de aves neste período. Fonte: NetMarinha. Adaptado por Scot Consultoria. 9 de fevereiro de 2007.
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