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Prognóstico climático para a terceira semana de maio

Previsão mantém contraste entre regiões do país, com chuvas mais expressivas no Norte e tempo seco predominando no interior do Brasil.


Foto por: Scot Consultoria

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Região Norte

A região deve manter o padrão observado nas últimas semanas, concentrando os maiores volumes de chuva do país, embora ainda haja contraste relevante entre os estados. O Amazonas (com exceção das áreas ao Sul), o Norte e a Oeste do Pará, além de Roraima e do Amapá, tendem a registrar acumulados expressivos, variando entre 45mm e 105mm, com pontos isolados podendo superar esses volumes. Nessas áreas, as chuvas devem ficar dentro do esperado para o período ou levemente acima da média, com acumulados maiores quanto mais ao Norte.

Já no Sul do Amazonas, no Sul e no Leste do Pará, assim como no Acre, em Rondônia e no Tocantins, os volumes devem ser significativamente menores, com predomínio de tempo seco. A previsão indica acumulados variando entre ausência de chuva na maior parte do território e até 25mm em algumas áreas. Nessas regiões, a tendência é de precipitações abaixo do habitual, porém sem grandes extremos.

De modo geral, o cenário previsto é semelhante ao observado na semana anterior.

Região Nordeste

A faixa litorânea, que se estende do Norte do Maranhão ao Sul da Bahia, abrangendo toda a Zona da Mata e o Agreste, deve manter a presença de chuvas, mas as precipitações serão esporádicas e de baixa intensidade, com acumulados variando entre 5mm e 35mm. No Noroeste do Maranhão, os volumes podem ser maiores, chegando a até 55mm.

À medida que se avança para o interior, o cenário muda, e as chuvas devem ficar ausentes no período. Com isso, no restante da região, a expectativa é de predomínio de tempo seco, com baixos acumulados de chuva, variando entre ausência de precipitação e, no máximo, 15mm.

O cenário previsto é semelhante ao observado na última semana, embora os volumes nas áreas com ocorrência de chuva devam ser menores. Na maior parte da região, os acumulados tendem a ficar entre próximos ao habitual e abaixo da média, com áreas onde a anomalia pode chegar a até 50mm abaixo da média.

Região Centro-Oeste

Para a semana, em Mato Grosso e Goiás, a tendência será de manutenção do tempo seco, com a maior parte do território sem registro de chuvas, que devem ocorrer apenas de forma pontual, sem superar os 15mm. Para ambos os estados, a previsão é de precipitações dentro ou próximas do habitual.

Em Mato Grosso do Sul, o cenário deve ser mais positivo, porém sem exageros. O estado deve ter maior presença de chuvas em relação aos seus pares, com volumes entre 15mm e 25mm. A maior presença de chuvas deve ocorrer nas áreas mais ao Sul do estado, contudo, de forma geral, elas serão esporádicas e de baixa intensidade.

Região Sudeste

As chuvas devem avançar pelo território em relação à última semana, mas ainda serão fracas e pouco frequentes, cenário que não deve se alterar nas próximas semanas.

Em São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e no Sul de Minas Gerais, os mapas apontam para precipitações leves, com acumulados entre 15mm e 25mm ao longo do período, contudo, bem distribuídos pelo território. Nessas áreas, a indicação é de comportamento dentro do habitual.

Para o restante de Minas Gerais, a previsão é de tempo seco, com ausência de chuvas. Caso ocorram precipitações, os volumes não devem superar 15mm. Apesar desse cenário, o estado também deve permanecer dentro ou próximo do esperado para o período.

Região Sul

As chuvas tendem a estar presentes na região, porém de forma mal distribuída. No Paraná, os volumes devem ser os maiores da região, variando majoritariamente entre 15mm e 35mm. Contudo, no Sul do estado, há pontos isolados em que os acumulados podem ficar entre 45mm e 65mm. No geral, as precipitações devem ocorrer em todo o território paranaense, apesar das variações nos volumes.

Em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, os acumulados tendem a ser menores, variando entre ausência de chuva e, no máximo, 25mm. Em Santa Catarina, os maiores volumes devem se concentrar em áreas próximas à divisa com o Paraná e no litoral. Já no Rio Grande do Sul, as áreas periféricas tendem a registrar os maiores acumulados.

Figura 1.
Mapa de precipitação total prevista de 18/5/2026 até 24/5/2026 (mm).

Fonte: NOAA

Figura 2.
Mapa de anomalias de precipitação prevista de 18/5/2026 até 24/5/2026 (mm).

Fonte: NOAA

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