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Scot Consultoria

Carta Insumos - Boi gordo sobe mais que insumos em 2013


Sexta-feira, 29 de novembro de 2013 - 15h12

O estreitamento de margens, comum na pecuária, foi menos intenso em 2013.


Veja a figura 1. Selecionamos os principais produtos utilizados na terminação de bovinos, para identificar como o preço deles se comportou em relação ao mercado do boi gordo.


No grupo alimentos, milho, farelo de soja e um suplemento mineral padrão, foram considerados. 


Superfosfato simples, o adubo formulado 20-00-20, sementes de capim Marandú e Mombaça e o herbicida glifosato, compõe a categoria de produtos para pastagem.


Para sanidade, foi usado o endectocida ivermectina.



Note que dos oito insumos selecionados, cinco deles variaram abaixo do preço da arroba. Os fertilizantes, por exemplo, que compõe entre 30,0% e 35,0% do custo para formação do pasto, quando variaram, foram quase sempre com quedas de preço.Dentre os que "tiraram" margem do pecuarista, destaque para a suplementação mineral, já que esta deve ser utilizada o ano todo. Somente na entressafra, a partir de setembro, é que o preço do boi gordo "buscou" a variação do mercado de suplementos minerais. 


Com relação aos alimentos concentrados, milho e farelo de soja não incomodaram em 2013 como vinha ocorrendo em anos anteriores. Entre janeiro e abril, a cotação do boi gordo subiu 2,7% e o preço do farelo caiu 29,5%.


O preço do milho caiu durante todo o ano. 


Para o produtor de leite, a situação foi praticamente a mesma observada na pecuária de corte. Veja figura 2.



Por fim, este ano com o preço dos insumos de produção variando abaixo da variação da cotação da arroba do boi gordo, o quadro foi favorável para a produção, considerando esses aspectos. É sempre bom para o meio rural quando o preço do produto final paga o custo e deixa lucro.



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