• Sexta-feira, 26 de junho de 2026
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Pressão de baixa é maior na região Sul para os preços do leite

Para o pagamento de agosto (produção de junho), a tendência é de estabilidade nos preços do leite ao produtor, sendo a pressão de baixa maior no Sul do país, com a safra.


Os aumentos de preços do leite no Brasil Central e região Sudeste foram compensados pelas quedas no Nordeste e região Sul (Santa Catarina e Rio Grande do Sul).

Na região Sul, o aumento da produção pressionou os preços para baixo, mas as incertezas climáticas impediram fortes quedas.

No Sudeste, os aumentos na produção têm sido comedidos.

Para o pagamento de agosto (produção de junho), a tendência é de estabilidade nos preços do leite ao produtor, sendo a pressão de baixa maior no Sul do país, com a safra.

No mercado spot, os preços caíram na segunda quinzena de julho, mostrando que a oferta de leite está acima da demanda atual e dos volumes registrados em 2013.

Em São Paulo, o litro ficou cotado, em média, em R$1,16, queda de 0,1% em relação à primeira quinzena de julho.

Em Minas Gerais e em Goiás, as quedas foram respectivamente de 0,4% e 0,9% na segunda quinzena de julho em relação à primeira.

O preço médio ficou em R$1,15 em Minas e R$1,13 por litro em Goiás.

No mercado spot do Paraná e do Rio Grande do Sul, os negócios variaram entre R$0,94 e R$1,020 por litro, com queda em relação a junho.  

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