Foram registrados recuos para as cotações da carne sem osso no atacado. O consumo já enfraqueceu, após um leve aquecimento no início de mês, e a oferta melhorou um pouco, principalmente no Brasil Central.
O varejo também dá sinais de queda. Em relação à semana passada, os cortes de traseiro, em São Paulo, ficaram em média 1,08% mais baratos. Porém, para os cortes de dianteiro, foi registrado aumento médio de 2%.
O atacado de carnes com osso trabalha em ambiente relativamente frouxo. Espera-se que a retomada das vendas de carne industrializada para os EUA ajude a dar sustentação ao dianteiro.
Na verdade, oscilações de preço têm sido constantes. Em sete dias o traseiro e dianteiro com osso caíram R$ 0,10/kg. Mas o dianteiro casado, no fechamento desta edição, havia recuperado a queda.
No caso da carne sem osso, as indústrias adotam estratégias de venda diferentes para cada corte, em função das dificuldades de escoamento. Promoções têm sido freqüentes.
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