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Reforçamos nossa opinião que este pode ser um dos setores mais resilientes nas lembranças da “crise covid-19”.
O chamado ágio safra x entressafra encurtou muito nas últimas semanas, o que pode afetar a intenção de confinamento.
Nesse cenário incerto, todas as commodities agrícolas sofreram fortes vendas e o mercado futuro de boi gordo foi um dos que mais sofreu, chegando a cair impressionantes R$45,00/@ em pouco mais de uma
Apesar da quantidade de acontecimentos nestas últimas semanas, os mercados estão em ritmo lento quanto ao volume de negócios.
Apesar da incerteza de qual será o patamar de preços em 2020, é pouco provável que ocorram grandes deságios, como os precificados no mercado futuro.
Tamanha volatilidade dificulta o gerenciamento do risco de preços para os envolvidos a cadeia pecuária.
A volatilidade atual é maior até mesmo do que a enfrentada nos momentos posteriores ao famoso “Joesley Day” ou a operação Carne Fraca em 2017.
Os bons resultados na feira de alimentos “Anuga” mostram que nossos importadores devem manter os embarques aquecidos também nos próximos meses.
Agora, com a maior briga por animais, a boa e velha oferta x demanda tenderá a fazer esse cenário se inverter, proporcionando maiores ganhos aos pecuaristas
A liberação de plantas para exportação de carne bovina à China tem sido sentida no mercado futuro do boi gordo.
Historicamente não há justificativas para um carrego tão grande concentrado no outubro, até porque, esse carrego pode ajudar a direcionar mais animais para serem abatidos nesse mês, o que ajudaria na
As cotações do seguro de preço mínimo (put) tendem a ficar mais interessantes com a alta do mercado futuro.
As oportunidades são rápidas, mas felizmente têm surgido mais janelas e participantes frente aos meses anteriores para o produtor estruturar sua gestão de risco.
A pressão de baixa que ditava a tônica no mercado do boi gordo perdeu força e o cenário comum é o de estabilidade nas cotações.
Com essa folga, as indústrias têm tentado impor recuos nas cotações, que ainda não ocorreram, mas já foram suficientes para diminuir os preços máximos na praça paulista.
Esse talvez seja um ano para se pensar em não travar preços para a entressafra, o mais adequado seria garantir preços mínimos e ficar livre para surfar a onda Chinesa caso ela atinja o Brasil.
Essa movimentação trouxe o diferencial entre safra e entressafra, medido pela diferença entre os contratos de maio e outubro, para sua mínima até o momento.
Sempre que ocorrem movimentos bruscos, a tendência é que os contratos futuros exagerem na intensidade.
A cobrança dos 2,5% do Senar foi retirada do produtor que optar pelo pagamento pela oneração da folha de pagamento.
Independentemente da geração, quem está no mundo dos negócios fala a língua universal do lucro e quer entender como isso o afetará.
Alta do milho em Chicago após três perdas consecutivas e mercado interno firme com valorizações do grão nas principais regiões produtoras do país.
Para quem acredita que o ritmo de altas continuará comedido e que não teremos altas maiores do que as já precificadas no mercado futuro, uma operação indicada seria o chamado “spread”.
Ao longos dos últimos dias os contratos futuros de boi gordo com vencimento em out/18 se desvalorizaram e o resultado da operação de confinamento foi afetado, diminuindo a atratividade para o segundo
“Oscilações de preços, estoques e comportamento do mercado do milho na safra 17/18.”
Entrevista com o pesquisador,Carlos Roberto Sanquetta
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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