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Contrariando a tendência de alta nos preços dos cortes de carne bovina no varejo para a primeira quinzena, uma demanda enfraquecida em momentos anteriores ajudou a queda nos preços para junho.
De uma escolha forçada à consolidação de uma marca referência em carne de qualidade, a uma trajetória de quem apostou na excelência antes mesmo de ela ser tendência.
Cenário impulsionado por abate recorde, tendencias de mercado e retomada da utilização de sebo bovino no biodiesel.
Expectativa de menor oferta e aumento da demanda mantém preços da ureia pressionados.
O uso de biodefensivos tem se consolidado como recurso valioso nas estratégias de manejo integrado das lavouras brasileiras e é um mercado cuja tendência é de crescimento.
No curto prazo, a tendência é que a cotação da arroba continue pressionada, conforme já é esperado para o mês de maio. Para o farelo de algodão, diante a demanda aquecida e a competitividade com o DDG, a tendência é de manutenção dos preços atuais, com possibilidade de novas altas.
Guilherme Martins, especialista comercial de coprodutos da São Martinho, explica a origem, os usos e a crescente importância do DDG e WDG na nutrição animal, destacando seu potencial para diversificar e otimizar dietas no mercado brasileiro.
Para o curto prazo, a expectativa segue de pressão sobre os preços. Com o avançar do outono, a tendência é que as ofertas aumentem e com a entrada da segunda quinzena do mês, as vendas devem perder o ritmo.
Apesar das expectativas positivas para o consumo interno no início de maio, impulsionadas pelo feriado do Dia do Trabalho e o Dia das Mães, as vendas de carne bovina decepcionaram. De acordo com a zootecnista Juliana Pila, analista da Scot Consultoria, o menor apetite do consumidor, diante do cenário econômico e da perda de competitividade da carne bovina frente às proteínas concorrentes, como frango e suíno, resultou em um desempenho abaixo do esperado. A tendência para a segunda quinzena do mês é de vendas ainda mais tímidas.
Acompanhe essa conversa sobre o comportamento e as tendências no confinamento quando o assunto é a nutrição dos bovinos confinados, segundo levantamento da pesquisa expedicionária Confina Brasil.
Clima seco e incêndios afetaram a produtividade da cana na safra 2024/25, influenciando o mercado de açúcar e etanol.
Com ofertas mais restritas, o mercado teve alta de R$2,00/@ para a cotação do boi gordo e para o “boi China”. O preço da novilha seguiu a mesma tendência e registrou um aumento de R$2,00/@. Para a vaca, a cotação não mudou.
A continuidade de um cenário de oferta enxuta, que não atende à demanda, resultou em um aumento de R$2,00/@ para a cotação do boi comum e o "boi China" pelo segundo dia consecutivo. O preço da vaca seguiu a mesma tendência e registrou alta de R$2,00/@, após três dias de estabilidade. Para as novilhas, a cotação não mudou.
Início de abril deve trazer uma movimentação positiva por parte da demanda interna, com o recebimento dos salários, e a demanda externa deve seguir a tendência de recorde que se viu em março.
Apesar do cenário apontar para uma alta das cotações, a tendência no curto prazo de aumento no volume de bovinos destinados a reposição pode conter os preços.
Evento acontece de 8 a 11 de abril em Ribeirão Preto e Barretos, reunindo especialistas e pecuaristas de todo o país.
Marcos Jank analisa o cenário da carne bovina no Brasil, destacando as oportunidades de agregar valor à produção, com um foco nas transformações estruturais e desafios que o setor enfrenta no mercado global.
A virada de lote está chegando, e as últimas vagas para o Encontro de Confinamento e Recriadores ainda estão disponíveis! Se você quer estar por dentro das tendências do mercado pecuário, essa é a chance de acessar uma programação estratégica, pensada para impulsionar os resultados da sua fazenda.
Luiz Venturi detalha a implementação da ordenha robotizada e como as novas tecnologias podem melhorar a produção e diminuir os custos.
Sidnei Maschio conversa com Julia Zenatti sobre os desafios e inovações da intensificação da produção na pecuária, com foco na recria e no confinamento.
Com boa oferta de boiadas, e uma demanda que não acompanha, os preços pagos pela arroba do boi gordo estão em queda.
A semana foi de preços lateralizados e com quedas para a cotação da arroba do boi gordo em São Paulo. A tendência de preços tem acompanhado a movimentação histórica de preços.
A semana foi de preços lateralizados e com quedas para a cotação da arroba do boi gordo em São Paulo. Reposição segue ganhando força e diminuindo a relação de troca com o boi gordo. A tendência de preços tem acompanhado a movimentação histórica de preços.
A tendência para 2025 é de alta nos preços de todos os fertilizantes, impulsionada por demanda forte e incertezas sobre a exportação chinesa.
Com ofertas razoáveis e tendência de melhora na venda de carne, a expectativa no preço da arroba do boi gordo é de estabilidade a alta
Em entrevista com a Scot Consultoria, Juliano Fernandes, compartilha os avanços e desafios do confinamento de bovinos, destacando o uso de coprodutos e aditivos na nutrição animal.
De 8 a 11 de abril de 2025, em Ribeirão Preto-SP e Barretos-SP, o evento trará palestras, debates e estudos de caso, conectando pecuaristas às principais tendências do setor. Com foco em planejamento estratégico, mercado, recria e confinamento, o encontro levanta questionamentos essenciais para produtores e indústrias. Não fique de fora!
Com sua trajetória de mais de 40 anos de comunicação no agronegócio, Antônio Pereira destaca a importância da informação no setor e o papel transformador da tecnologia.
Entrevista com o economista, Sérgio Rangel Fernandes Figueira
AgroMais
Oferta menor e exportações firmes impulsionam o preço do boi gordo em fevereiro
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