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O mercado do boi gordo mais firme na última semana aumentou a procura por animais de reposição.
O aumento foi com destaque nos cortes do dianteiro, com alta de 0,8% frente à valorização de 0,2% registrada nos cortes do traseiro, em sete dias.
A exportação de carne suína segue forte e dá firmeza para o mercado interno, pela redução da oferta. Até a terceira semana de julho, o volume médio diário exportado foi 1,42 mil toneladas (Secex) ou 5
Em julho de 2019, com a venda de um boi gordo de 18@ comprava-se 1,43 boi magro, atualmente compra-se 1,35.
Mercado do sebo em alta.
Em sete dias as cotações registraram alta de R$13,00/@ (+13,4%) nas granjas e de R$0,60/kg (+7,3%) no atacado.
No balanço semanal, na média de todos os estados monitorados pela Scot Consultoria, entre machos e fêmeas anelorados, a alta foi de 3,7%.
Nas granjas paulistas, o quilo do frango vivo está cotado em R$3,70, alta de R$0,10 ou 2,8% na comparação semanal e de 12,1% em relação a igual período do ano passado.
Em janeiro/20, com a venda de um boi gordo de 18@ comprava-se 1,45 boi magro, atualmente compra-se 1,50.
Na média de todos os estados monitorados, entre machos e fêmeas anelorados, a alta foi de 1,5% nos preços dos animais de reposição na segunda semana de julho, na comparação semanal.
Em São Paulo, após as altas consideráveis no preço da carne bovina no varejo na semana passada, o mercado se mostrou mais tímido na última semana, com valorização de 0,3%, segundo levantamento da Scot
Houve alta de R$5,50/@ (+6,1%) nas granjas e no atacado os preços subiram de R$0,80/kg (+11,1%) na comparação semanal.
O aumento foi puxado pelos cortes do dianteiro, que apresentaram uma valorização de 1,0%, frente à valorização de 0,4% nos cortes do traseiro.
Mercado do sebo aquecido.
A carcaça está cotada em R$4,75 por quilo, aumento de 6,7% em sete dias e 8,0% mais na comparação mensal.
Nas granjas paulistas, a caixa com trinta dúzias de ovos está cotada, em média, em R$76,50, alta de 15,0% ou R$10,00 em uma semana.
O cenário positivo no mercado do boi gordo, associado a baixa do preço do milho no mercado interno com o avanço da colheita de segunda safra dão ânimo aos recriadores.
A flexibilização da quarentena, com a reabertura gradual do comércio em alguns municípios, e o início do mês contribuíram com a maior movimentação e altas observadas no preço da carne bovina nas últim
Na comparação mensal, a desvalorização nas granjas paulistas foi de 24,0%, enquanto no atacado o recuo foi de 22,8%.
Demanda comedida.
A expectativa para o curto prazo é de mercado firme, com a virada do mês e maior movimentação na ponta final da cadeia, mas atenção à situação da pandemia de covid-19 e impactos no consumo.
A categoria cuja alta foi mais significativa nesse intervalo foi o garrote anelorado (7,5@). O preço teve alta de 12,5% e, atualmente, está em R$2.250,00 por cabeça.
Para o curto prazo, a virada de mês e maior demanda interna são fatores de sustentação dos preços do frangonas granjas e no mercado atacadista.
Com a demanda interna patinando, o mercado do couro tem dificuldade em ganhar força, já são 14 semanas de estabilidade nas cotações.
Mercado do sebo ganhando força.
Apesar da estabilidade nos preços na comparação semanal, em trinta dias houve aumento de 4,1 e 4,3%, respectivamente, nas granjas e no atacado.
No balanço semanal, considerando a média de todos os estados monitorados pela Scot Consultoria, entre machos e fêmeas anelorados, a valorização foi de foi de 3,7% em relação à semana anterior.
No atacado, a caixa do produto tem sido negociada, em média, em R$74,00, recuo de 7,5% nos últimos sete dias.
Entrevista com o engenheiro agrônomo, Eloir Daltoé
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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