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Com menor área semeada e redução da produção no Brasil e em outros importantes produtores do Mundo, o mercado de trigo começa a mostrar sinais de ajuste.
A Conab reduziu a projeção de produção no Brasil mais uma vez, no entanto, a oferta na Argentina deve ser a segunda maior da história, contrapondo a menor oferta brasileira.
Tensões geopolíticas, adversidades climáticas enfrentada pelos principais estados produtores e principais produtores mundiais, junto a oferta interna escassa, deram firmeza ao mercado do cereal.
Algumas regiões estão em colheita da cultura, enquanto a região Sul, principal produtora do país, tem incertezas quanto à produção.
Apesar da manutenção na área, maior produtividade deve elevar a produção.
Estoques finais de trigo no país devem recuperar-se na temporada 2023.
Entrevista com o zootecnista,Joanis Tilemahos Zervoudakis
Notícias Agrícolas
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