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Apesar da queda de braço, o aumento da oferta de gado de reposição pressionou para baixo as cotações que, considerando machos e fêmeas anelorados nas regiões acompanhadas pela Scot Consultoria, recuar
Em função da maior oferta de fêmeas para abate e dos compradores contraídos, as cotações ficaram pressionadas. A cotação do boi gordo, nas praças pecuárias paulistas, ficou estável
Com a captação em queda em algumas das principais bacias leiteiras, o resultado no atacado e varejo de lácteos foi o aumento de preços.
Em dezembro, o espaço para recuos no atacado foi maior, em função do aumento da captação de leite e do consumo fraco. Já no varejo, com uma procura maior por alguns produtos, os preços aumentaram.
Em novembro, o aumento mais expressivo na captação do leite cru nas principais bacias leiteiras levou a recuos nos preços dos lácteos no mercado atacadista e varejista
O mercado segue pressionado nas praças paulistas. Sem notícias da reabertura das exportações para a China, e com boa oferta de boiadas, as cotações do boi e vaca gordos caíram R$5,00/@, e para novilha
A cotação de referência para o boi gordo recuou R$1,00/@ na comparação diária. Para a vaca e novilha gordas as quedas foram de R$2,00/@. Contudo, com poucos negócios concretizados.
Pastos secos e insumos caros pesaram nas negociações.
Qualidade das pastagens e preços dos insumos tem pesado nas negociações.
Nas praças paulistas, a cotação do boi gordo ficou estável em R$317,00/@ na comparação dia a dia, preço bruto e a prazo.
As praças paulistas mantêm os preços estáveis, mas outros estados apresentam quedas nas cotações devido à maior oferta de animais.
A pressão de baixa do boi gordo nos últimos dias, somada às quedas nas temperaturas, que prejudicaram ainda mais a qualidade das pastagens, explicam esse cenário.
A aumento na oferta (em algumas regiões do estado a queda na temperatura colaborou) permitiu uma melhor programação de abate por parte das indústrias e, consequentemente, houve queda nas cotações.
As recentes quedas no preço do óleo de soja, refletiu em mais uma semana de reajustes negativos nas cotações do sebo bovino em ambas as regiões.
Apesar da demanda mais comedida nos últimos dias, a oferta restrita de animais para reposição em praticamente todas as regiões monitorada limitou as quedas nas cotações.
Devido às fortes quedas na arroba do boi gordo ao longo dessa semana, boa parte das indústrias paulistas, com escalas mais confortáveis, ficaram fora das compras na manhã da última quinta-feira (10/12
Em São Paulo, as cotações das três categorias de bovinos destinados ao abate caíram. Nas praças paulistas, o boi gordo foi negociado em R$266,00/@, preço bruto e à vista, recuo de R$4,00/@ ou retração
A dificuldade de escoar os estoques e a procura fraca definiram o movimento.
O menor ímpeto da demanda, somado à queda na qualidade dos pastos, gera retração, mesmo que de forma compassada, nas cotações.
Nas granjas de São Paulo, a ave terminada teve queda de R$0,10 por quilo, ou 3,3%, nos últimos sete dias, estando cotada, em média, em R$2,90 por quilo.
Nas granjas de São Paulo, a caixa com trinta dúzias teve queda de 2,1% nesta semana e está cotada, em média, em R$91,50.
Nas granjas paulistas o animal terminado fechou cotado, na média, em R$95,50 por arroba, queda de 4,3% frente à média de junho.
Preços em queda.
A queda na temperatura e as geadas fizeram aumentar a oferta de bovinos para abate nas primeiras semanas de julho, o que pressionou para baixo as cotações da arroba do boi gordo no Sul do país. O clim
Depois de seguidas quedas, o preço no mercado de ovos apresentou recuperação. As disponibilidades de mercadoria estão ficando mais equilibradas, dando condições aos ajustes positivos nas cotações.
Para curto e médio prazos a expectativa é que o viés do mercado de lácteos continue com pressão de alta, devido à queda de produção da matéria-prima (leite cru) nas principais regiões produtoras.
Com a oferta maior que a demanda, as indústrias que necessitam escoar sua produção não hesitam em testar valores abaixo da referência.
Nas granjas paulistas, a caixa com trinta dúzias teve queda de 3,5% em sete dias, estando cotada, em média, em R$55,50.
No mercado do boi gordo, o cenário de pressão de baixa observado em outubro já começa a se dissipar e há menos espaço para quedas nas cotações da arroba.
Entrevista com o Head de Agro, Alimentos e Bebidas na XP Investimentos, Leonardo Alencar
Tempo&Dinheiro
Boi gordo surpreende! Scot registra alta em 12 praças e nenhuma queda! Arroba vai subir mais?
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