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A relação entre estoque final e consumo cai nos EUA, no Brasil e no mundo sem a China, o que, na nossa leitura, sustenta preços mais firmes.
Preços seguem firmes no Brasil, com estoques baixos, incertezas quanto à oferta nacional e diminuição na estimativa de produção internacional.
Safra menor e demanda aquecida limitaram viés de baixa às cotações – que trabalharam, em 2024, praticamente acomodadas. Para 2025, os preços devem seguir firmes.
Quadro doméstico destoa do internacional que, mesmo com a relação entre estoque e consumo apertada em novembro, as cotações caíram.
Retração do vendedor e um balanço de oferta e demanda apertado vem dando sustentação aos preços do milho no Brasil.
Apesar da maior oferta, os preços estão firmes.
Mercado de trigo está com preços firmes em meio à entressafra e incertezas quanto à oferta.
Após forte depressão entre janeiro e fevereiro, os preços da oleaginosa subiram em março e seguem firmes em abril.
Em dezembro, os embarques seguem firmes, sustentando os preços no mercado interno
No primeiro semestre, a entrega de fertilizantes registrou o segundo maior desempenho em um primeiro semestre. No mercado, dólar e demanda firmes deram sustentação às cotações.
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