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No atacado, a demanda na segunda quinzena e queda nos preços das demais proteínas de origem animal pressionaram de maneira mais acintosa as cotações, que caíram 5,5% na semana, com a carcaça especial
Demanda diminui com o avanço da segunda quinzena e, após quebrar recorde nominal e histórico no mercado de ovos, os preços caíram.
O cenário favoreceu a relação de troca com o milho. Em agosto/22, compra-se uma tonelada do insumo com a venda de 9,6 caixas. Em janeiro/22, pior momento ao produtor nos últimos doze meses, 18,9 caixa
A relação de troca com o milho atingiu o melhor cenário desde junho/20. Atualmente, compra-se uma tonelada do insumo com a venda de 9,8 caixas, em julho/22, 10,8 caixas eram necessárias.
No ano, os preços pagos pela caixa com trinta dúzias estão 18,5% e 19,2% maiores no atacado e nas granjas, respectivamente.
Apesar do recuo nos preços, com a queda nos preços do milho, a relação de troca com o insumo melhorou para o avicultor de postura.
Nas granjas paulistas, a caixa com trinta dúzias de ovos é comercializada por R$132,50. No mercado atacadista, a caixa com trinta dúzias é negociada a R$137,00. Preços estáveis em sete dias.
O cenário, somado aos preços mais frouxos do milho, melhorou a relação de troca com o cereal.
A relação de troca com o milho melhorou nos últimos doze meses. Em junho/22, 11,1 caixas são necessárias para a aquisição de uma tonelada do insumo, em junho/21 14,6 caixas compravam a mesma quantidad
Com o recuo no preço do ovo e cotações do milho firmes, a relação de troca piorou na semana. Atualmente 11,3 caixas são necessárias para a aquisição de uma tonelada do insumo, há sete dias 10,9 caixas
Com um cenário de oferta bem ajustada à demanda, desde o início do ano, nas granjas e no atacado, os preços subiram, respectivamente, 70,8% e 67,1%.
O cenário de alta favoreceu o granjeiro, cuja relação de troca com o milho melhorou 5,1% no primeiro decêndio de junho.
A relação de troca com o milho piorou para o granjeiro na comparação mensal. Para adquirir uma tonelada de milho em maio, em média, 11,5 caixas com trinta dúzias foram necessárias, contra 11,1 caixas
Em curto prazo, os ajustes de produção devem seguir refletindo nos preços que, somada à expectativa de melhora na demanda, devem trabalhar de estabilidade à alta.
A produção de ovos de galinha alcançou 963,82 milhões de dúzias, redução de 2,3% na comparação anual e queda de 2,8% na comparação trimestral.
Após sucessivas quedas na segunda quinzena de abril, a primeira quinzena de maio foi marcada por alta nas cotações no mercado de ovos.
Para comprar uma tonelada de milho em abril, em média, 11,1 caixas com trinta dúzias foram necessárias. Montante 13,0% menor frente às 12,8 caixas necessárias em março/22, sendo o terceiro mês consecu
O fim do período de quaresma e avanço da segunda quinzena do mês, pressionaram para baixo as cotações no mercado de ovos na última semana, marcada por incremento na oferta em toda a cadeia de produção
Apesar da produção nacional ajustada, passada a Páscoa e findado o período de quaresma, o mercado de ovos trabalhou em baixa na última semana, após registrar preços recordes nominais.
O mercado de ovos trabalhou firme na primeira quinzena de abril, puxado pela boa demanda interna com a proximidade do fim da quaresma e a produção nacional ajustada.
Em abril, em média, 11,6 caixas com trinta dúzias compram uma tonelada do insumo, contra 12,7 em março, melhora de 9,0% no poder de compra do granjeiro.
Para o curto prazo, o período de quaresma, a virada de mês e a produção ajustada mantêm o viés de preços firmes no mercado de ovos.
Com a queda do dólar e ligeiro arrefecimento nos preços do milho nos últimos, o poder de compra do avicultor de postura melhorou.
Entrevista com o Head de Agro, Alimentos e Bebidas na XP Investimentos, Leonardo Alencar
Notícias Agrícolas
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