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Com menos dias de negociação na semana, caiu a quantidade de negócios no mercado do boi gordo e muitos frigoríficos aguardam a próxima semana e, consequentemente, a retomada da normalidade dos negócio
No âmbito externo, o volume exportado de carne suína in natura totalizou 45,9 mil toneladas em fevereiro, alta de 9,5% em relação a janeiro/19 e incremento de 21,4% em frente a igual período do ano pa
Nesse aspecto, a alta do dólar, caso seja duradoura, é uma ótima notícia para a indústria, a porcentagem dessa melhora que será repassada aos produtores vai depender do ritmo da oferta ao longo do ano
Na maioria das praças pesquisadas, o primeiro dia efetivo de negociação no mercado do boi gordo acompanha o esperado pós período de festividades: calmaria. No entanto, em algumas regiões houve mudança
O cenário para o mercado de milho de oferta restrita e demanda aquecida não deve mudar em curto e médio prazos, com possibilidade de novas altas.
Para os próximos dias o mercado deverá se manter firme. No atacado, inclusive, houve melhora nos preços nos últimos dias.
Em fevereiro, o cenário foi de oferta restrita e demanda patinando, e diante disso as cotações tiveram poucas variações no fechamento mensal.
Os preços no mercado interno devem se manter firmes no curto prazo, visto a proximidade da virada do mês, onde comumente observamos uma melhora na demanda.
Caso a alta esperada em março se confirme, o custo (dos seguros de preços) pode cair ainda mais, abrindo excelentes alternativas para este final de safra.
A resistência por elevar as ofertas de compra ainda é bastante grande por parte das indústrias, mas, aos poucos a realidade vai se impondo e os preços têm trabalhado em alta no Brasil inteiro.
Queda na produção e maior concorrência entre os laticínios pela matéria-prima dão sustentação as cotações.
Já faz algum tempo que o comportamento do mercado são de preços travados, com oferta restrita e dificuldade de escoamento.
A expectativa é de que o escoamento da carne melhore na próxima semana (carnaval) e como as escalas de abate estão curtas, a tendência é de mercado firme.
A última semana de fevereiro começa com pouco volume de negócios.
A carcaça passou de R$4,40 por quilo para os atuais R$4,20 por quilo, queda de 4,5% nos últimos sete dias.
Dificuldade em alongar as programações de abate associadas ao aumento da exportação segurou os preços da arroba do boi gordo.
A rentabilidade da atividade leiteira foi menor em 2018 frente a 2017.
Continua o marasmo no mercado do boi gordo em São Paulo. As referências para arroba estão estáveis desde o começo da semana.
Apesar na melhora nas cotações, as vendas já começaram a retrair. Os compradores estão dosando seus pedidos a fim de não acumular estoques.
No fechamento de hoje foram registradas mais altas do que quedas nos preços da arroba do boi gordo. Mesmo com consumo calmo a oferta comedida de boiadas explica esse cenário.
O cenário na maioria das regiões é de mercado travado, com equilíbrio entre oferta restrita e lento escoamento.
Nas regiões onde a oferta de boiadas não tem sido suficiente para atender a necessidade das indústrias, os preços foram pressionados para cima no fechamento de hoje.
A demanda, que patinou durante a primeira quinzena, continua fraca. Por outro lado, a oferta de boiadas não está grande o suficiente para que haja uma pressão de baixa generalizada.
Nas granjas paulistas, o animal terminado teve valorização de 4,4% nos preços na última semana. No atacado, a alta em igual comparação foi de 10,1%.
Para as próximas semanas, apesar da entrada da segunda quinzena, a expectativa é que o mercado ganhe certo ânimo frente ao que vimos em janeiro.
Apesar da demanda razoável, a oferta restrita de boiadas terminadas manteve o preço da arroba do boi gordo andando de lado na primeira quinzena do mês.
No levantamento de hoje, a maioria das praças pecuárias fechou com as cotações da arroba do boi gordo estáveis. Houve alterações em apenas três regiões.
Mercado do boi gordo sem grandes movimentações. No fechamento de hoje praticamente não houve alteração nas referências.
Entrevista com o professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do centro Insper Agro Global, Marcos Jank
TIMES BRASIL
China e México impõem barreiras à carne
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