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A cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$5,00/@. Para as fêmeas, a cotação não mudou na comparação feita dia a dia. A alta está fundamentada na queda da oferta de boiadas e na demanda firme por carne bovina no mercado para exportação.
A cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$5,00/@. Para as fêmeas, a cotação não mudou na comparação feita dia a dia.
Apesar do menor ritmo nas vendas de carne, típico da última semana do mês, com os produtores retendo a boiada e buscando realizar melhores negócios, as ofertas diminuíram, permitindo alta na cotação, com exceção da cotação da vaca, que seguiu estável.
As negociações iniciaram esta terça-feira em linha com o observado ontem, com negócios ocorrendo em ritmo lento e compassado.
Em São Paulo, nesta semana, para os machos houve queda na categoria mais pesada, enquanto para as fêmeas a queda foi na categoria mais leve.
Com o final do mês se aproximando, as vendas perderam fôlego, mas as cotações, em parte dos segmentos, apresentaram ajustes positivos.
As referências de preço continuam as mesmas que estavam vigentes na sexta-feira para todas as categorias, entretanto, houve negócios na sexta-feira à tarde e hoje acima das referências, notadamente na casa dos R$325,00/@ para o “boi China”, mas foram poucos.
As referências de preço continuaram as mesmas que estavam vigentes na sexta-feira para todas as categorias, entretanto, houve negócios na sexta-feira à tarde e hoje acima das referências, notadamente na casa dos R$325,00/@ para o “boi China”, mas foram poucos.
Após alta observada no final de 2025, janeiro encerra sua penúltima semana com estabilidade nos preços na região.
A semana termina com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo e do “boi China”. Para as fêmeas, a cotação ficou estável na comparação dia a dia. A alta foi sustentada pela oferta mais curta de boiadas. Com menos bovinos disponíveis, a ponta vendedora ganhou poder de negociação.
A semana terminou com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo e do “boi China”. Para as fêmeas, a cotação ficou estável na comparação dia a dia.
Se, na semana passada, havia negócios ocorrendo abaixo da referência, nos últimos dias isso não é mais verdade, e todos os negócios ocorrem dentro delas. Houve grande resistência da ponta vendedora, e as unidades frigoríficas tiveram que aumentar o valor das ofertas de compras para adquirirem boiadas.
Os vendedores estão retraídos, reduzindo a oferta no mercado. No entanto, o escoamento de carne ocorre em ritmo mais lento, comportamento esperado para este período do mês, o que sustenta as cotações.
Com o arrefecimento das vendas de carne no mercado interno, houve uma menor atuação dos frigoríficos. Com o consumo mais fraco, as indústrias voltadas ao mercado doméstico negociam com mais cautela.
A semana começou em ritmo lento, com pouca oferta e poucos negócios realizados, mantendo a cotação sem alteração.
Nesta semana, em São Paulo, as quatro categorias de fêmeas aneloradas registraram alta. Entre os machos, apenas o garrote apresentou valorização.
Após um fim de ano movimentado e diante das despesas típicas de janeiro, o consumidor tende a buscar opções mais baratas.
Para os machos, alta apenas para o bezerro desmama e queda nas demais categorias, para fêmeas o inverso, com alta na vaca magra e queda para as outras categorias.
Na comparação semanal, os preços apresentaram queda para todas as categorias.
Com a resistência da ponta vendedora em negociar boiadas aos preços atuais, limitando a oferta no mercado, o ritmo de negócios é lento, típico do fechamento da semana.
Com a resistência da ponta vendedora em negociar boiadas aos preços vigentes, limitando a oferta no mercado, o ritmo de negócios foi lento, típico do fechamento da semana.
Se há alguns dias havia negócios acima das referências – por volta de R$325,00/@ para o boi gordo –, hoje há abaixo, em R$315,00/@. Entretanto, eles não têm volume o bastante para formar a referência.
Se há alguns dias havia negócios acima das referências – por volta de R$325,00/@ para o boi gordo –, hoje há abaixo, em R$315,00/@.
Não houve alterações nas cotações das diferentes categorias hoje, mas o mercado do boi gordo opera em um ambiente de “queda de braço”.
Não houve alterações nas cotações das diferentes categorias, mas o mercado do boi gordo operou em um ambiente de “queda de braço”.
O mercado abriu com baixo volume de negócios.
Como previsto, a segunda-feira começou com manutenção do cenário observado no fechamento da semana anterior.
Entrevista com o engenheiro agrônomo, José Leandro Peres
Notícias Agrícolas
Boi gordo reage, mas mercado ainda oscila com incertezas externas
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