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Entre progresso, desinformação e consumo excessivo, um convite à razão, à verdade e ao cuidado com o planeta.
Margens positivas e exportação recorde fazem de 2025 um dos melhores anos para a suinocultura.
Cenário de preços voláteis, exportações recordes e avanços estruturais marcou um ano de transição e reposicionamento do setor pecuário.
Com abate de bovinos crescente e ganhos zootécnicos no campo, o Brasil produziu o maior volume de carne bovina da história e tornou-se o principal produtor global em 2025. Mas, e em 2026?
O mercado do boi gordo permaneceu estável na semana pré-Natal, com destaques para o relatório do USDA, que apontou o Brasil como produtor mundial de carne bovina pela primeira vez da história e para o volume brasileiro de exportação em dezembro, com forte crescimento.
O mercado do boi gordo permaneceu estável na semana pré-Natal, com destaques para o relatório do USDA, que apontou o Brasil como produtor mundial de carne bovina pela primeira vez da história e para o volume brasileiro de exportação em dezembro, com forte crescimento. No mercado de reposição, o preço do bezerro de desmama subiu 16,0% na média nacional, enquanto, o boi gordo, 3,5%. A cotação do bezerro subirá mais?
Segundo dados do IBGE, em 2025 o abate de fêmeas superou o volume de machos pela primeira vez na história!
O Brasil é o terceiro produtor de sorgo do mundo e a cultura vem ganhando expressão no mercado interno, diante de uma demanda crescente.
Em Mato Grosso, o preço do bezerro de desmama avançou 15,2% em um ano e atingiu o maior valor já registrado, em termos nominais, na história – R$3000,00/cabeça.
Até outubro, o Brasil exportou 714,9 mil toneladas de DDG/DDGS – maior volume para o período na história. A exportação de DDG/DDGS deverá ser recorde em 2025.
Em 2025, a expedição cortou o território nacional, de Norte a Sul, conhecendo a produção e registrando a história de centenas de produtores brasileiros.
Exportação de carne bovina <em>in natura</em> em outubro/25 foi a maior da história para um único mês. O volume exportado em novembro/25 segue aquecido e, se mantido, deverá romper os embarques de outubro, consolidando mais um recorde ao setor.
Pela primeira vez na história o Brasil exportou mais de 300 mil toneladas de carne bovina em um único mês.
A Conab reduziu a projeção de produção no Brasil mais uma vez, no entanto, a oferta na Argentina deve ser a segunda maior da história, contrapondo a menor oferta brasileira.
Até 29 de setembro, dados parciais do setor apontam para 294,7 mil toneladas embarcadas - maior volume mensal da história e, considerando dados a serem compilados, o setor deverá exportar mais de 300,0 mil toneladas de carne bovina in natura.
A primeira quinzena de agosto marcou a recuperação na cotação da arroba do boi gordo Brasil afora. A exportação, mesmo com a aplicação das tarifas estadunidenses, seguiu firme e há a expectativa de recorde para o mês. O segundo trimestre de 2025 foi o de maior abate de bovinos da história do país, segundo o IBGE.
Mesmo com a confirmação das tarifas norte-americanas à carne bovina brasileira, a exportação, em julho, foi a maior da história para o setor.
O manejo do pasto deixou de ser secundário – hoje, é peça central na equação entre rentabilidade e sustentabilidade.
Apesar de julho ainda não ter terminado, o mês já se consolida como o melhor julho da história para a exportação de carne bovina in natura.
Apesar de julho ainda não ter terminado, o mês já se consolida como o melhor julho da história. O volume de carne bovina in natura exportado até a quarta semana (23 dias úteis) já supera o total exportado em todo o mês de julho do ano passado.
Mesmo com a queda na arroba do boi gordo em julho, a queda mais acentuada no preço do milho favoreceu o poder de compra do pecuarista. Segundo Felipe Fabbri, analista da Scot Consultoria, a colheita da segunda safra trouxe oferta robusta e a expectativa é da maior safra de milho da história do Brasil.
A Conab estimou em junho que a produção de milho será a segunda maior da história, mas, ao mesmo tempo, a colheita está atrasada em relação ao ano passado e à média de cinco anos.
Após algumas décadas no setor de petróleo, Ricardo Aboud compartilha como transformou experiência internacional em um modelo de pecuária profissional e eficiente no Piauí.
De uma escolha forçada à consolidação de uma marca referência em carne de qualidade, a uma trajetória de quem apostou na excelência antes mesmo de ela ser tendência.
Com volume diário embarcado de 12,8 mil toneladas, a expectativa - mesmo se o volume retrair aos níveis de 2024 - é de que exportemos, em junho de 2025, o maior volume da história para este mês.
Marcos Jank analisa as oportunidades e riscos do Brasil no cenário global do agronegócio, destacando o protagonismo da pecuária, os desafios do Mercosul e a dependência da China.
Na última sexta-feira (4/4), a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgou os dados sobre a exportação brasileira em março, confirmando a expectativa de recorde para o volume embarcado para o mês. Foram embarcadas 215,4 mil toneladas de carne bovina in natura – o maior volume para um mês de março na nossa história – volume 29,6% superior ao que embarcamos em março de 2023 (166,3 mil toneladas).
Na última sexta-feira (4/4), a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgou os dados sobre a exportação brasileira em março, confirmando a expectativa de recorde para o volume embarcado para o mês. Foram embarcadas 215,4 mil toneladas de carne bovina <em>in natura</em> - o maior volume para um mês de março na nossa história - volume 29,6% superior ao que embarcamos em março de 2023 (166,3 mil toneladas).
Lucas Marques discute as estratégias de melhoramento genético, recria intensiva e o uso de tecnologias para aumentar a eficiência e rentabilidade na pecuária.
Entrevista com o diretor-fundador da Scot Consultoria e Engenheiro agrônomo, Alcides Torres
TIMES BRASIL
China e México impõem barreiras à carne
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