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O mercado está firme, com a oferta enxuta. A cotação do boi gordo subiu R$1,00/@, registrando o terceiro dia consecutivo de alta. Para as demais categorias, o preço não mudou.
O “miolo” do primeiro semestre tende a perder força em abril/maio com frequência bem alta, enquanto março costuma ser o melhor ponto.
O mercado esteve firme, com a oferta enxuta. A cotação do boi gordo subiu R$1,00/@, registrando o terceiro dia consecutivo de alta. Para as demais categorias, o preço não mudou.
A cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$5,00/@. Para as fêmeas, a cotação não mudou na comparação feita dia a dia. A alta está fundamentada na queda da oferta de boiadas e na demanda firme por carne bovina no mercado para exportação.
A cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$5,00/@. Para as fêmeas, a cotação não mudou na comparação feita dia a dia.
As clostridioses estão entre as principais causas de morte de bovinos, e a vacinação é fundamental para reduzir essas perdas.
Apesar do menor ritmo nas vendas de carne, típico da última semana do mês, com os produtores retendo a boiada e buscando realizar melhores negócios, as ofertas diminuíram, permitindo alta na cotação, com exceção da cotação da vaca, que seguiu estável.
Garantir esse ágio agora é monetizar a eficiência do mercado futuro antes que a convergência natural dos preços feche essa janela de oportunidade.
O mercado do boi gordo iniciou a semana com preços estáveis na praça paulista. O ritmo das negociações foi mais lento, refletindo a cautela dos frigoríficos, que aguardavam os resultados das vendas do fim de semana.
As negociações iniciaram esta terça-feira em linha com o observado ontem, com negócios ocorrendo em ritmo lento e compassado.
As negociações iniciaram esta terça-feira em linha com o observado no dia anterior, com negócios ocorrendo em ritmo lento e compassado. A menor oferta de boiadas continuou, e não houve informações de concessões dos vendedores em negociações abaixo das referências.
Em São Paulo, nesta semana, para os machos houve queda na categoria mais pesada, enquanto para as fêmeas a queda foi na categoria mais leve.
As referências de preço continuam as mesmas que estavam vigentes na sexta-feira para todas as categorias, entretanto, houve negócios na sexta-feira à tarde e hoje acima das referências, notadamente na casa dos R$325,00/@ para o “boi China”, mas foram poucos.
As referências de preço continuaram as mesmas que estavam vigentes na sexta-feira para todas as categorias, entretanto, houve negócios na sexta-feira à tarde e hoje acima das referências, notadamente na casa dos R$325,00/@ para o “boi China”, mas foram poucos.
Relação de troca desfavorável pressiona a reposição, apesar da demanda firme.
Após alta observada no final de 2025, janeiro encerra sua penúltima semana com estabilidade nos preços na região.
Os contratos em aberto, para vencimento em fevereiro de 2026, subiram de 11.523 posições para 12.167, entre os dias 15 e 22 de janeiro.
Mesmo no fim de janeiro, pastagens em boas condições e bom escoamento interno e externo sustentam o mercado.
A semana termina com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo e do “boi China”. Para as fêmeas, a cotação ficou estável na comparação dia a dia. A alta foi sustentada pela oferta mais curta de boiadas. Com menos bovinos disponíveis, a ponta vendedora ganhou poder de negociação.
A semana terminou com alta de R$1,00/@ na cotação do boi gordo e do “boi China”. Para as fêmeas, a cotação ficou estável na comparação dia a dia.
Cenário de oferta ajustada, exportações resilientes e valorização da reposição sustenta expectativa de um novo ciclo de alta ao longo de 2026.
Se, na semana passada, havia negócios ocorrendo abaixo da referência, nos últimos dias isso não é mais verdade, e todos os negócios ocorrem dentro delas. Houve grande resistência da ponta vendedora, e as unidades frigoríficas tiveram que aumentar o valor das ofertas de compras para adquirirem boiadas.
Em sistemas intensivos, como em confinamentos de bovinos, a eficiência depende de gente, da nutrição, da sanidade e do manejo.
Os vendedores estão retraídos, reduzindo a oferta no mercado. No entanto, o escoamento de carne ocorre em ritmo mais lento, comportamento esperado para este período do mês, o que sustenta as cotações.
Os vendedores estiveram retraídos, reduzindo a oferta no mercado. No entanto, o escoamento de carne ocorreu em ritmo mais lento, comportamento esperado para o período do mês, o que sustentou as cotações.
A 45ª edição do Relatório de Terras, um levantamento completo sobre os preços e as dinâmicas do mercado de terras agrícolas no Brasil, está disponível.
Com o arrefecimento das vendas de carne no mercado interno, houve uma menor atuação dos frigoríficos. Com o consumo mais fraco, as indústrias voltadas ao mercado doméstico negociam com mais cautela.
Entrevista com o pesquisador,Carlos Roberto Sanquetta
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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