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Preço do couro e do sebo estável na semana.
Estabilidade de preços para o sebo, com a demanda pelo produto como matéria-prima para o biodiesel em ritmo lento. O couro bovino também permaneceu estável, mesmo com exportações aquecidas.
Redução nas exportações e menor utilização do sebo como matéria-prima para o biodiesel pressionam os preços. O couro bovino segue estável, com exportações aquecidas, mas com menor faturamento.
Nas exportações, o sebo teve o menor volume embarcado desde fevereiro e o couro registrou recorde de volume, mas com faturamento menor devido à mudança no tipo de material exportado.
Preços do sebo recuam pela segunda semana consecutiva, influenciados por oferta de óleo de soja, sazonalidade e férias coletivas. Enquanto o couro mantém a estabilidade de preços, com exportações em alta volumétrica, mas receita em queda.
Preços do sebo recuam, influenciados por oferta de óleo de soja, sazonalidade e férias coletivas. Enquanto o couro mantém a estabilidade de preços, com exportações em alta volumétrica, mas receita em queda.
Ao longo da primeira semana de dezembro, o mercado registrou altas de R$2,00/@ para o boi gordo e de R$1,00/@ para o “boi China”.
Apesar da maior atratividade em relação ao óleo de soja e da demanda interna aquecida, os preços do sebo recuaram. Para o mercado de couro bovino, a estabilidade persiste.
Mercado do sebo estável, mas com ofertas de compra abaixo da referência devido à retração das exportações. Para o couro, volume exportado vai bem, mas faturamento, nem tanto.
Sebo bovino registra preços estáveis e queda nas exportações. O couro também se mantém estável, porém apresenta um cenário de maior volume exportado e menor faturamento.
Sebo bovino com preços firmes e tendência de alta. Já o couro está estável, mas pressionado pela oferta elevada e demanda fraca.
Preços em alta para o sebo bovino, sustentados pela demanda aquecida para o biodiesel e pelas exportações. Couro estável e com preços baixos, devido a maior oferta e à fraca demanda.
Menor produção para o segundo semestre, e estabilidade dos preços do sebo bovino, sustentados pela demanda firme do mercado interno e exportações.
Estabilidade de preços no curto prazo é sustentada por oferta contida, com queda na produção de sebo e uma demanda aquecida no mercado interno.
Exportações aquecidas em julho e a alta demanda no mercado interno sustentam os preços do sebo. O preço do couro, impulsionado pela boa oferta e menor faturamento das exportações, por outro lado, está sob pressão de queda.
A demanda externa e o biodiesel sustentam os preços do sebo, com tendência de alta. Já o couro enfraquece com a oferta de bovinos, quedas nos preços da arroba e o menor faturamento das exportações.
Exportações de sebo bovino batem recorde, mas tarifas dos EUA ameaçam a demanda. Setor busca alternativas, como o biodiesel, enquanto o couro sofre com oferta elevada e preços em queda.
Exportações de sebo aquecidas e com maior faturamento. Couro mantém preços estáveis sob pressão de oferta e exportações com faturamento menor.
Sebo enfrenta pressão baixista devido ao aumento da oferta, enquanto o couro permanece estável, mas com expectativa de queda nos próximos meses.
Alta nas exportações, preços do sebo bovino em alta, couro registrando estabilidade no Centro-Oeste e valorização no Sul.
Amigos, sempre que converso com produtores sou questionado se realmente vale a pena usar os contratos futuros no dia a dia. Pergunta difícil, não?
Embora as ofertas de bovinos sejam satisfatórias, uma parcela dos compradores sem estoque paga os preços atuais para recompor os estoques e atender à demanda para o final de semana do Dia das Mães. Por outro lado, indústrias estocadas pressionam o mercado para baixo.
Após a forte escalada nos preços do milho, iniciada em julho de 2024, observou-se o início de um movimento de correção no mercado. Amigos, frequentemente vemos o reflexo nos preços das commodities agrícolas das emoções dos seus “players”. Do extremo otimismo (preço agora vai para a lua) até o extremo pessimismo (com esses preços todo mundo quebra) - risos.
Preços das três categorias monitoradas pela Scot Consultoria apresentaram alta na cotação, com a chegada do período, que começou em 5/3.
Em 2025, janeiro foi o melhor mês, comparado aos meses de janeiro nos anos anteriores, na história, considerando o volume exportado.
O mercado abriu a terça-feira oferecendo mais pela arroba do "boi China". As cotações para o boi gordo, vaca e novilha, permaneceram estáveis.
Após três quinzenas de estabilidade no preço da tilápia pago ao produtor, o preço caiu.
Com oferta limitada, o mercado abriu a terça-feira oferecendo mais pela arroba do boi e da novilha gordos.
Mesmo dezembro sendo o terceiro pior mês em 2024 para o volume exportado, o Brasil exportou 323,1 mil toneladas de sebo em 2024, alta de 63,5% frente a 2023 e recorde para o setor.
O preço do couro de primeira linha caiu, enquanto o do couro comum subiu em 2024.
Entrevista com o Head de Agro, Alimentos e Bebidas na XP Investimentos, Leonardo Alencar
Notícias Agrícolas
Arroba tem motivo para novas altas em novembro com oferta restrita e demandas crescentes na exportação e no mercado interno
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