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O mercado do boi gordo começou maio com preços estáveis, mas ainda sem força para reagir. Em São Paulo, a arroba do boi tipo China gira em torno de R$318, enquanto os frigoríficos alongam as escalas e compram com mais cautela. Nem mesmo o Dia das Mães trouxe um impulso no consumo interno, e a oferta segue firme com o aumento no abate de vacas e novilhas, o que ajuda a segurar os preços pagos ao produtor neste fim de safra.
Mesmo com maior oferta de boiadas, a cotação da arroba seguiu estável em São Paulo, em torno de R$318,00, segundo a Scot Consultoria. O cenário é sustentado pela força das exportações - que em abril bateram recorde para o mês, com destaque para China e Estados Unidos - e pela expectativa de aumento no consumo interno com o Dia das Mães. Frigoríficos com menor estoque chegaram a pagar acima da média para garantir escala.
No acumulado dos quatro primeiros meses de 2025, as vendas somaram 827,9 mil toneladas métricas, 12,6% acima do observado no mesmo período de 2024.
O professor Luiz Gustavo Nussio relatou sua experiência na China e analisou o papel do Brasil no comércio de carnes e nas relações estratégicas com o país asiático.
A suspensão das importações de carne bovina de três frigoríficos brasileiros pela China, iniciada em 3 de março, ainda está em vigor.
Após grandes turbulências na precificação da <em>commodity</em>, cenário de curto e médio prazo deve ser positivo para o produtor e exportador brasileiros.
Embora as ofertas de bovinos sejam satisfatórias, uma parcela dos compradores sem estoque paga os preços atuais para recompor os estoques e atender à demanda para o final de semana do Dia das Mães. Por outro lado, indústrias estocadas pressionam o mercado para baixo.
Embora as ofertas de bovinos sejam satisfatórias, uma parcela dos compradores sem estoque pagou os preços praticados para recomporem os estoques e atenderem a demanda durante o dia das mães. Por outro lado, indústrias estocadas pressionaram o mercado para baixo.
Em 14 dos últimos 15 anos, o mês de maio registrou queda na cotação da arroba do boi gordo em relação a abril. Isso está ligado à estrutura do mercado: com o avanço da seca e o enfraquecimento das pastagens, há aumento na oferta de boiadas, pressionando os preços.
O mercado do boi gordo começou maio em ritmo mais estável, após semanas de pressão sobre os preços. A primeira quinzena costuma ter um consumo melhor, favorecido agora também pela proximidade do Dia das Mães - segunda melhor data para o escoamento de carne. A oferta, no entanto, começa a ganhar força com a saída de animais de pastagem e os primeiros lotes de confinamento, o que pode pressionar ainda mais os preços na segunda metade do mês.
Clima seco e incêndios afetaram a produtividade da cana na safra 2024/25, influenciando o mercado de açúcar e etanol.
O engenheiro agrônomo e analista de mercado da Scot Consultoria, Pedro Gonçalves, palestrou a convite da Casale na Agrishow 2025, no último dia 30 de abril, e apresentou dados coletados pelo Confina Brasil. Em sua palestra intitulada "E quem é que vai produzir carne? A maturidade da produção pecuária brasileira", ele mostrou qual rumo a produção nacional de carne deve tomar a partir de 2025.
No fechamento do mês, tivemos movimentos opostos nos elos da cadeia.
Na média do mês, os preços na granja e no atacado ficaram 13,6% e 3,5% maiores quando comparados a março, respectivamente.
Apesar da estabilidade na comparação semanal, os preços do couro e o do sebo apresentaram altas expressivas ao longo de abril.
Em 2025, a produção brasileira poderá ser recorde, enquanto a dos norte-americanos diminuirá, perdendo protagonismo no mercado mundial da fibra.
A autossuficiência, embora distante, torna-se um horizonte plausível, refletindo ganhos técnicos e expansão estratégica.
A segunda quinzena de abril foi marcada por uma combinação de fatores que explicam o recuo nas cotações. A entrada do outono reduziu o vigor das pastagens, elevando a oferta de gado pronto. Além disso, o dólar mais baixo e a queda nos preços pagos pela China e EUA, que passaram de até US$6.200 para cerca de US$5.700 por tonelada, pressionaram o mercado. Com isso, as escalas de abate se alongaram - em São Paulo, por exemplo, foram de 8 para 13 dias - e muitos frigoríficos reduziram o ritmo das compras após o feriado prolongado.
Mesmo com o viés de baixa nos preços da arroba em maio - um movimento sazonal observado em 14 dos últimos 15 anos - o mercado pecuário segue com fundamentos firmes. Segundo Alcides Torres, diretor e analista de mercado da Scot Consultoria, o cenário atual não surpreende quem acompanha de perto o setor. A expectativa é de estabilidade ou até alta nos preços a partir do segundo semestre, impulsionada por uma menor oferta de fêmeas para abate e pela firme demanda, tanto interna quanto externa.
Há pressão sobre as cotações, vinda de um mercado interno menos comprador e, consequentemente, de um escoamento de carne lento. As ofertas de bovinos estão maiores, o que tem contribuído para alongar as escalas de abate. Desta forma, a cotação do boi gordo, da novilha e do "boi China" caiu R$2,00/@. O preço da vaca não se alterou.
Houve pressão sobre as cotações, vinda de um mercado interno menos comprador e consequentemente de um escoamento de carne lento. As ofertas de bovinos estiveram maiores, o que contribuiu para alongar as escalas de abate. Desta forma, a cotação do boi gordo, da novilha e do "boi China" caiu R$2,00/@. O preço da vaca não se alterou.
Na semana, preços no mercado atacadista retrocedem.
Alta demanda externa elevou os preços, mas cautela e concorrência interna limitam reações.
Boletim de 10/4 reforça a “supersafra” de soja e aponta alta nos estoques finais de milho, trazendo novas perspectivas ao mercado.
O mercado do boi gordo encerra abril com pressão de baixa em São Paulo, principal praça de referência do país. O mês foi marcado por uma virada: enquanto o início trouxe cotações firmes, a segunda quinzena mostrou recuo nos preços devido ao aumento da oferta e estoques elevados nos frigoríficos.
Nas praças paulistas a escala de abate progrediu e a cotação caiu. A cotação do boi gordo e do "boi China" caiu R$5,00/@. A cotação da vaca e a da novilha não mudou
A ponta compradora está com a escala alongada, em média, 13 dias. Com ela menos ativa, ocorreu uma pressão baixista para a categoria dos machos. O boi comum e o "boi China" recuaram R$5,00/@. Para as fêmeas não houve alteração.
Após negócios pontuais em R$340/@ em abril, impulsionada pela demanda internacional e pelo "tarifaço" de Trump, o cenário mudou nas últimas semanas: a queda do dólar e preços para a carne bovina exportada menos firmes, o mercado encerra abril sob pressão e deverá começar maio desta forma, com a arroba apregoada, no início de mês, em R$325 em São Paulo.
Apesar do abate de bovinos elevado, a demanda internacional - especialmente da China - sustentou os preços nas três primeiras semanas de abril. No entanto, a combinação de menor ritmo de exportações na reta final de abril e o comprador interno mais cauteloso fez os preços cederem.
Entrevista com o professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do centro Insper Agro Global, Marcos Jank
TIMES BRASIL
China e México impõem barreiras à carne
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