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No fechamento de hoje (12:23 hs), os preços subiram em 21 das 32 praças pecuárias pesquisadas pela Scot Consultoria. Na média das 21 praças, a alta nas cotações foi de 1,1%.
Forte alta na semana.
Em São Paulo, a oferta de boiadas limitada mantém o mercado firme e estável.
Mercado atacadista apresenta melhora nos preços neste início de mês.
Em São Paulo, com a alta de R$7,00/@ ao longo da semana, a escala de abate andou, ainda que limitadamente.
Após as altas registradas nos últimos dias, o mercado acalmou no fechamento de hoje. O preço do boi gordo permaneceu estável em São Paulo.
Os pecuaristas estão vendendo aos poucos, o que, associado à necessidade das indústrias em compor as escalas de abate a fim de atender a demanda de início de mês, explica esse cenário positivo de preç
Na praça paulista, a referência da arroba do boi gordo está em R$200,00, considerando o preço bruto, à vista, R$199,50, com desconto do Senar, e R$197,00 com desconto do Funrural e Senar.
No atacado, no mesmo período, o aumento foi de 23,6%, com a caixa do produto sendo comercializada, em média, em R$89,00.
Como a quantidade de negócios nas semanas passadas, de maneira geral, foram fracos, o nível dos estoques dos frigoríficos diminuiu.
Em São Paulo, o preço da arroba do boi subiu R$2,00 na comparação dia a dia, e está em R$192,50, à vista, bruto, R$192,00 com desconto do Senar, e R$189,50 com desconto do Funrural e Senar.
Parte dos frigoríficos abriu as compras somente na quarta-feira (29/1), com cuidado devido ao escoamento ruim de carne no atacado e às incertezas do mercado chinês.
Após passar a segunda-feira fora das compras, os frigoríficos paulistas abriram as compras derrubando a cotação em R$1,00/@.
Nas granjas paulistas, a caixa com trinta dúzias de ovos teve alta de 8,0% nos últimos sete dias, estando cotada, em média, em R$67,50, frente aos R$62,50 negociados na semana anterior.
Segundo levantamento da Scot Consultoria, a referência da arroba do boi gordo na praça paulista caiu 0,5%, ou R$1,00, na comparação feita dia a dia, e está em R$191,00, à vista, bruto, R$190,50, com d
Em São Paulo, parte das indústrias estão fora das compras.
Além da melhora da oferta de boiadas, a demanda fraca no mercado interno explica essa queda de preços.
Em São Paulo, a cotação do boi gordo ficou estável na comparação com o fechamento de sexta-feira (17/01).
Além das duas praças de São Paulo, a cotação do boi gordo caiu em outras sete praças pecuárias monitoradas pela Scot Consultoria. Considerando a média das 32 regiões pesquisadas, a cotação da arroba c
Em São Paulo, mesmo com indústrias com escalas curtas, de dois a três dias, as ofertas de compra têm sido abaixo da referência de mercado.
A queda do primeiro dia útil até o momento foi de 17,1% nos preços na granja e de 15,9% no atacado para a caixa com trinta dúzias.
Sob o argumento da dificuldade no escoamento da produção e consequentemente queda nos preços da carcaça bovina, os compradores abriram as ofertas de compra abaixo da referência de mercado.
Em São Paulo, o preço do boi gordo cedeu após a estabilidade registrada desde o dia 12 de dezembro de 2019.
Para 2020, as exportações devem seguir colaborando para o escoamento da produção e continuar dando suporte às cotações.
Com boa parte dos pecuaristas ainda inativos e, com isso, com poucos registros de negócios, a cotação do boi gordo termina os primeiros dias do ano estável em São Paulo, mas reage em 11 praças pecuári
Estabilidade de preços e parte das indústrias fora das compras marcam o fechamento desta segunda-feira (30/12) em São Paulo.
Em São Paulo, a cotação do boi gordo encerra a semana com preços estáveis e com o mercado pouco movimentado.
Com as escalas relativamente alongadas e a ausência dos pecuaristas nos balcões de negócios, o cenário é de calmaria em São Paulo.
Em São Paulo, parte das indústrias está fora das compras. A estratégia é fazer o balanço das vendas na semana passada e então definir os novos preços a serem ofertados pelo boi gordo.
Em São Paulo, as indústrias estão com as escalas prontas para atender os abates de final de ano, por outro lado, boa parte dos pecuaristas estão fora dos negócios.
Entrevista com o professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do centro Insper Agro Global, Marcos Jank
TIMES BRASIL
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