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Cotações de bovinos anelorados destinados à reposição em São Paulo.
Em maio a cotação média da arroba do boi gordo, em São Paulo, cai frente ao comparativo ao mês anterior. E isso acontece pela maior oferta de boiadas provenientes de pastagens, devido ao avanço do outono e menor vigor das pastagens.
A oferta de bovinos continua grande, com escalas de abate já compostas em parte dos frigoríficos. O escoamento de carne bovina segue morno, em função disso, frigoríficos tem evitado alongar as escalas de abate. A cotação do boi gordo recuou R$2,00/@ e a do “boi China” recuou R$1,00/@. Para a vaca e novilha, a cotação se manteve estável.
A oferta de bovinos continuava grande, com escalas de abate já compostas em parte dos frigoríficos. O escoamento de carne bovina seguia morno e, em função disso, os frigoríficos evitavam alongar as escalas de abate.
Mercado devagar. A ponta compradora mantém os preços estáveis e a ponta vendedora não oferece boiadas, quando pode, esperando uma reação do mercado. Com esse impasse as escalas estão encurtando, atendendo, em média, a sete dias.
Mercado segue moroso, ponta compradora mantém os preços estáveis. Ponta vendedora segue segurando as negociações, quando pode, esperando uma reação do mercado. Com essa disputa pelos preços, as escalas seguem diminuindo, atendendo, em média, a sete dias.
Desde a notificação do primeiro caso de gripe aviária em granja comercial, em 15 de maiem Montenegro-RS, os preços das proteínas no mercado atacadista, em São Paulo, caíram.
A semana começou sem muitos negócios. O cenário nas praças paulistas é de ofertas razoáveis e demanda fraca pela carne bovina, afetando os abates.
Parte dos frigoríficos esteve fora das compras nesta manhã, com as escalas de abate já compostas. O cenário é de poucos negócios e poucas mudanças na oferta de bovinos. Em relação ao escoamento da carne bovina, também não houve alterações, mantendo-se lento. Dessa forma, a cotação permaneceu estável para todas as categorias.
Parte dos frigoríficos esteve fora das compras nesta manhã, com as escalas de abate já compostas. O cenário no final da semana foi de poucos negócios realizados e de poucas mudanças na oferta de bovinos. Em relação ao escoamento da carne bovina, também não houve muitas alterações, tendo seguido lento. Dessa forma, a cotação manteve-se estável para todas as categorias.
A cotação no mercado do boi gordo registrou nova queda, desta vez de R$2,00/@ para todas as categorias.
O mercado abriu com queda de R$2,00/@ para o “boi China”. Para as demais categorias, a cotação não mudou.
O mercado abriu com queda de R$2,00/@ para o “boi China”. Para as demais categorias, a cotação não mudou. As escalas de abate estavam, em média, para sete dias.
Segundo levantamento da Scot Consultoria, o preço médio da tonelada do farelo de soja em São Paulo, sem frete, é de R$1.924,58. A cotação atual representa uma queda de 9,8% comparado ao mesmo período de 2024.
O aumento da oferta de bovinos continuou de forma satisfatória. Nesse sentido, compradores ofertaram menos e fizeram negócios.
A oferta de bovinos continua grande e, em função disso, os compradores baixaram as ofertas de compra e fizeram negócios.
Com parte dos frigoríficos fora das compras, o aumento da oferta e o fraco escoamento da carne bovina, a cotação do boi gordo e a da novilha caiu R$3,00/@. A cotação da vaca não mudou em relação à sexta-feira.
O fim das águas na região Sudeste eleva a oferta e pressiona as cotações.
O mercado abriu com queda de R$2,00/@ nas cotações do "boi China", boi gordo e novilha. Para a vaca, a cotação não mudou.
A semana encerrou com queda de R$2,00/@ nas cotações do "boi China", boi gordo e novilha. Para a vaca, a cotação não mudou.
Parcela dos frigoríficos está abastecida, com escalas de abate confortáveis. Soma-se a esse cenário, um escoamento lento da carne bovina, o que tem desestimulado os negócios. Dessa forma, os preços em São Paulo mantiveram-se estáveis para todas as categorias.
Parte da indústria frigorífica esteve abastecida e com escalas de abate confortáveis. Somou-se a esse cenário um escoamento lento da carne bovina, o que desestimulou novos negócios. Dessa forma, os preços em São Paulo mantiveram-se estáveis para todas as categorias.
Pelo terceiro dia consecutivo, os preços caíram.
Como esperado, o início de maio trouxe pressão sobre a cotação da arroba do boi gordo. Na primeira semana, ele se manteve estável em São Paulo mas, caso a demanda não se aqueça, deve enfrentar ondas de queda nos próximos dias, conforme o volume de bovinos ofertados aumente.
Após sete dias úteis sem mudança nos preços, a cotação caiu para todas as categorias. O aumento na oferta de boiadas e o fraco escoamento de carne na indústria contribuíram para o cenário.
Entrevista com o engenheiro agrônomo, Felipe Bortolotto
Canal do Boi
Mercado do boi gordo pressionado e em alerta quanto as influências do clima nas pastagens
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