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O mercado do boi gordo iniciou abril com preços firmes, mesmo diante do período da Quaresma e da lentidão típica da Semana Santa. A demanda interna está estável, as escalas de abate encurtaram e as exportações seguem em ritmo forte, com recorde nos primeiros dez dias de abril. Apesar dos impactos das decisões econômicas dos EUA no comércio global, o Brasil mantém sua competitividade, inclusive no mercado norte-americano, mesmo pagando tarifas elevadas. A expectativa é de que o país continue ganhando espaço também junto à China.
Com uma oferta de bovinos terminados limitada no momento, aliada a uma demanda interna e externa crescente, a cotação do boi gordo ganha força no curto prazo.
Analistas da Scot Consultoria destacam que, embora as cotações estejam em elevação, o alto volume de fêmeas nos abates indica que o ciclo pecuário ainda não entrou em nova fase.
A continuidade de um cenário de oferta enxuta, que não atende à demanda, resultou em um aumento de R$2,00/@ para a cotação do boi comum e o "boi China" pelo segundo dia consecutivo. O preço da vaca seguiu a mesma tendência e registrou alta de R$2,00/@, após três dias de estabilidade. Para as novilhas, a cotação não mudou.
Segundo analistas de mercado, apesar de elevação nas cotações do boi gordo, boi magro, a participação elevada ainda de fêmeas nos abates sinaliza que o ciclo pecuário ainda não virou.
O mercado do boi gordo começou abril com preços em alta, impulsionados pela forte demanda externa e uma oferta mais ajustada. A arroba já atinge R$ 320 em algumas praças, refletindo o bom ritmo das exportações.
O mercado do boi gordo deverá permanecer firme na primeira quinzena de abril. A pressão da oferta de boiadas tem sido menor nas últimas semanas e, apesar do avanço do outono, no Brasil Central ainda há capacidade de retenção de oferta nas fazendas - o que deve cessar a partir da segunda quinzena, podendo pressionar os preços. A demanda no mercado interno poderá melhorar o escoamento de carne bovina com a virada de mês e o recebimento dos salários na primeira quinzena. A exportação está aquecida, com recorde em abril e não esperamos piora no desempenho em abril. Além disso, o governo brasileiro anunciou em 28 de março a abertura do mercado do Vietnã à carne bovina brasileira - o que deve seguir colaborando com a demanda exportadora para o resto do ano.
O último dia útil do mês finaliza com as cotações estáveis nas praças paulistas.
O mercado do boi gordo deverá permanecer firme na primeira quinzena de abril. A pressão da oferta de boiadas tem sido menor nas últimas semanas e, apesar do avanço do outono, no Brasil Central ainda há capacidade de retenção de oferta nas fazendas - o que deve cessar a partir da segunda quinzena, podendo pressionar os preços.
Evento acontece de 8 a 11 de abril em Ribeirão Preto e Barretos, reunindo especialistas e pecuaristas de todo o país.
A oferta de boiadas não está grande. A oferta de fêmeas está maior comparativamente, mas também não está lá muito grande. A demanda por carne bovina, por sua vez, segue frouxa. Desta forma, não houve alterações nos preços para as fêmeas, e para o boi gordo e “boi China”, a cotação subiu R$1,00/@.
Menor oferta, demanda firme e dúvidas quanto à safra 2024/25 sustentaram o mercado da pluma e, consequentemente, dos coprodutos.
Compradores ofertam mais pela arroba do boi gordo.
O Workshop Plano Genético organizado pela Alta Brasil, em Uberaba (MG), nesta quarta-feira, 19 de março, levará o engenheiro agrônomo e analista de mercado da Scot Consultoria para apresentar dados de expectativas sobre o mercado do boi gordo, oferta, demanda e exportação.
Segundo a analista de mercado da Scot Consultoria, Isabela Stevanatto, a relação de troca entre o boi gordo e o milho está desfavorável para o pecuarista.
O Brasil é o maior exportador e o segundo maior produtor de carne bovina.
Mercado do boi gordo fecha a primeira quinzena de março com preços pressionados e deve seguir na mesma toada no curto prazo, sem mudança no cenário de oferta e demanda.
A semana começou com poucos negócios. As ofertas estiveram equilibradas, mas, para as fêmeas a disponibilidade esteve maior, pressionando a cotação da novilha. A cotação do boi gordo e da vaca não mudou.
O coordenador da equipe de inteligência de mercado da Scot Consultoria, Felipe Fabbri, será palestrante na Reunião da Associação Brasileira das Indústrias de Suplementos Minerais (ASBRAM). Nesta quinta-feira (13), ele abordará o tema "Boi gordo, milho e soja: expectativas e desafios para o ano de 2025".
Sem aumentos expressivos na demanda por carne bovina e com ofertas atendendo a escalas de abate, o ritmo do mercado esteve lento. As ofertas foram majoritariamente de fêmeas, com a oferta de bois mais comedida, em especial de boiadas terminadas em confinamento. Os preços se mantiveram estáveis para todas as categorias.
O momento da quaresma tem uma influência positiva nos abates de bovinos, impulsionados por uma robusta demanda externa.
Por meio do efeito poupa-terra, a pecuária brasileira maximiza a produtividade e a eficiência no uso da terra.
Até o momento a demanda interna seguiu lateralizada, mas deve ver o escoamento de carne bovina mais acelerado no início de março devido aos feriados e ao carnaval.
Com o mercado ofertado e escalas confortáveis, em média, de 10 dias úteis, os preços seguiram pressionados, com queda de R$3,00/@ para o boi gordo comum e de R$2,00/@ para as demais categorias.
Sem aumentos expressivos na demanda por carne bovina e com ofertas atendendo às escalas de abate, o ritmo do mercado permaneceu lento. Este cenário de compra corresponde, majoritariamente, para as fêmeas, o que pressionou o preço da arroba da vaca e da novilha. Houve, portanto, uma queda de R$1,00/@ para ambas as categorias. Para o boi gordo e "boi China", os preços não mudaram.
Com boa oferta de boiadas, e uma demanda que não acompanha, os preços pagos pela arroba do boi gordo estão em queda.
A oferta de boiadas tem atendido às demandas dos compradores, que têm trabalhado com escalas de abate confortáveis. Desta maneira, não houve alteração nas cotações para o boi. As ofertas de fêmeas, por outro lado, estão maiores do que a de bois, o que pressionou as cotações para a categoria. Para a cotação da vaca, houve queda de R$5,00/@ e para a novilha R$2,00/@.
O mercado do boi gordo está pressionado na primeira quinzena de fevereiro, com maior oferta de boiadas e uma demanda interna mais modesta. Por outro lado, as exportações começaram fevereiro em bom ritmo, ajudando a equilibrar o mercado.
Não houve alteração das ofertas de compra na comparação feita dia a dia. A oferta de bovinos melhorou e atende à necessidade dos compradores, com escalas de abate atendendo, em média, oito dias.
Entrevista com o Head de Agro, Alimentos e Bebidas na XP Investimentos, Leonardo Alencar
Tempo&Dinheiro
Boi gordo surpreende! Scot registra alta em 12 praças e nenhuma queda! Arroba vai subir mais?
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