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Na comparação semanal, os preços subiram para todas as categorias, com exceção do boi magro, que caiu.
A menor disponibilidade de bovinos terminados sustentou a cotação do boi gordo e da vaca.
Expectativa é de que viés de baixa siga em curto prazo.
Queda nas posições do contrato de maio foi compensada pelo avanço da demanda em junho e julho, enquanto outubro mantém perspectiva mais otimista para a arroba no segundo semestre.
Oferta mais robusta e demanda enfraquecida pressionaram as cotações em São Paulo, enquanto frigoríficos alongados nas escalas reduziram o ritmo das compras.
Oferta ajustada, escalas confortáveis e cautela da indústria mantêm pressão sobre o mercado do boi gordo.
Oferta confortável de bovinos e menor demanda de compra dos frigoríficos pressionaram as cotações em São Paulo, com recuo de R$3,00/@ para o boi gordo e o “boi China” e de R$2,00/@ para as fêmeas.
Negociações estão mais lentas e demanda está cautelosa.
Oferta crescente e escalas confortáveis mantêm pressão sobre o mercado, mesmo com melhora no consumo e exportações aquecidas.
A melhora na oferta e o alongamento das escalas pressionaram as cotações.
Na comparação semanal, todas as categorias de machos recuaram. Já entre as fêmeas, apenas a bezerra de desmama apresentou queda.
Com a maior oferta, as cotações ficaram pressionadas.
As posições em aberto para os contratos futuros do boi gordo na B3 apresentaram forte queda na primeira semana de maio.
Com oferta maior e escalas de abate mais alongadas, as cotações da vaca e da novilha caíram em São Paulo, enquanto boi gordo e “boi China” permaneceram estáveis.
Após as quedas das cotações ontem (6/5) para a vaca e o “boi China”, o mercado abriu com preços estáveis para todas as categorias na comparação feita dia a dia.
Escalas alongadas, consumo ainda moderado e incertezas com a China mantêm o mercado cauteloso, apesar da estabilidade nas cotações.
O mercado abriu com queda de R$2,00/@ da vaca e de R$3,00/@ do “boi China”. A cotação do boi gordo e a da novilha não mudou em relação a ontem. Frigoríficos com escalas de abate com mais dias reduziram a necessidade de compras imediatas e aumentaram a pressão sobre as cotações.
Com escalas de bom tamanho e as vendas de carne devagar, as negociações estão sem força. Parte da indústria frigorífica não está ativamente nas compras, e as ordens de compra das que estão nada mudaram em relação a ontem. O boi gordo está cotado em R$355,00/@, a vaca em R$330,00/@ e a novilha em R$340,00/@.
Correção sazonal, consumo interno fragilizado e incertezas com a China explicam recuo, enquanto oferta limitada sustenta viés de alta no ano.
Com o aumento da oferta, as escalas melhoraram. Com isso, as cotações do boi gordo e da novilha caíram. A cotação das demais categorias não mudou.
Na região mineira, houve queda na cotação de todas as categorias, registrando o maior recuo na arroba do boi gordo em comparação às demais praças no período.
O número de posições em aberto no mercado futuro do boi gordo encerra abril mais estável, apesar da volatilidade nos preços dos contratos.
Entre restrições de oferta, desafios na cria e demanda global crescente, líderes da cadeia veem um mercado mais valorizado, mas que exige coordenação e confiança.
Alta para todas as categorias do mercado no estado.
Oferta segue aumentando, embora sem excessos e o cenário continua mais cômodo para a ponta compradora.
Entrevista com o Head de Agro, Alimentos e Bebidas na XP Investimentos, Leonardo Alencar
Tempo&Dinheiro
Boi gordo surpreende! Scot registra alta em 12 praças e nenhuma queda! Arroba vai subir mais?
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