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Uma menor oferta de sebo bovino e a demanda aquecida do setor de biodiesel sustentam as altas. No mercado de couro, os preços estão estáveis.
Para o sebo, a demanda do setor de biodiesel deve aumentar gradualmente, mas as exportações seguem como ponto de atenção para o momento. Para o couro, o mercado segue estável.
Cenário para o sebo bovino tem viés baixista, diante da demanda interna em patamar reduzido e das tarifas norte-americanas. Para o couro a oferta está aquecida.
Para o sebo, a demanda interna está aquecida, com alta nas cotações. Para o couro, a maior exportação em março contrasta com uma menor receita.
Sebo tem menor oferta, mas a demanda interna está lenta. Para o couro, as exportações estão aquecidas, com aumento no volume e no faturamento.
Preços do sebo recuam pela segunda semana consecutiva, influenciados por oferta de óleo de soja, sazonalidade e férias coletivas. Enquanto o couro mantém a estabilidade de preços, com exportações em alta volumétrica, mas receita em queda.
Preços do sebo recuam, influenciados por oferta de óleo de soja, sazonalidade e férias coletivas. Enquanto o couro mantém a estabilidade de preços, com exportações em alta volumétrica, mas receita em queda.
Produção recorde de sebo bovino, demanda mais lenta e competitividade com outros produtos têm pressionado os preços dos coprodutos bovinos, e a expectativa é de que o mercado siga pressionado em dezembro.
Aumento da oferta, demanda mais lenta e competitividade com outros produtos têm pressionado os preços dos coprodutos bovinos, e a expectativa é de que o mercado siga pressionado em dezembro.
Biodiesel sustenta a demanda e os preços do sebo, enquanto o couro enfrenta excesso de oferta e preços estáveis com tendência de baixa.
Apesar da maior atratividade em relação ao óleo de soja e da demanda interna aquecida, os preços do sebo recuaram. Para o mercado de couro bovino, a estabilidade persiste.
Mercado do sebo estável, mas com ofertas de compra abaixo da referência devido à retração das exportações. Para o couro, volume exportado vai bem, mas faturamento, nem tanto.
Sebo bovino registra preços estáveis e queda nas exportações. O couro também se mantém estável, porém apresenta um cenário de maior volume exportado e menor faturamento.
Preços em alta para o sebo bovino, sustentados pela demanda aquecida para o biodiesel e pelas exportações. Couro estável e com preços baixos, devido a maior oferta e à fraca demanda.
Menor produção para o segundo semestre, e estabilidade dos preços do sebo bovino, sustentados pela demanda firme do mercado interno e exportações.
Em julho, as exportações aquecidas e a alta demanda para o biodiesel sustentaram os preços do sebo. O preço do couro, segue pressionado pelo excesso de oferta e demanda fraca.
O biodiesel e as exportações sustentam os preços do sebo, enquanto o couro sofre pressão baixista por oferta elevada e arroba fraca.
A demanda externa e o biodiesel sustentam os preços do sebo, com tendência de alta. Já o couro enfraquece com a oferta de bovinos, quedas nos preços da arroba e o menor faturamento das exportações.
A implementação do B15 em agosto gera expectativa de aumento no uso de sebo bovino para a produção de biodiesel.
Alta nas exportações, preços do sebo bovino em alta, couro registrando estabilidade no Centro-Oeste e valorização no Sul.
Aumento dos abates e menor demanda industrial derrubam os preços dos subprodutos no Brasil e no exterior.
A oferta elevada de bovinos e o recuo nas exportações mantêm os preços do sebo e do couro sob pressão.
Em 2025, janeiro foi o melhor mês, comparado aos meses de janeiro nos anos anteriores, na história, considerando o volume exportado.
Mesmo dezembro sendo o terceiro pior mês em 2024 para o volume exportado, o Brasil exportou 323,1 mil toneladas de sebo em 2024, alta de 63,5% frente a 2023 e recorde para o setor.
Aumento da demanda e redução na oferta resultaram em mais uma semana de alta para a cotação do sebo bovino.
Exportação com volume recorde, com os Estados Unidos como o principal destino, sustenta o mercado do sebo.
Sebo bovino vai para a segunda semana seguida de alta por conta de uma demanda externa aquecida, com colaboração da alta do dólar.
Demanda pela matéria-prima bovina tem crescido nas últimas semanas.
Aumento da oferta de óleo de soja no mercado pressiona os preços do sebo bovino.
Entrevista com o Head de Agro, Alimentos e Bebidas na XP Investimentos, Leonardo Alencar
Notícias Agrícolas
Arroba tem motivo para novas altas em novembro com oferta restrita e demandas crescentes na exportação e no mercado interno
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