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A venda de carne bovina iniciou a semana mais parada do que na semana anterior.
Melhora no consumo de carne e baixa oferta de animais terminados pressionam as cotações.
Houve alta na referência da arroba do boi gordo em outras nove praças pecuárias.
As pastagens ainda estão prejudicadas pela seca e há baixa oferta de boiadas de confinamento.
A escalas de abate em São Paulo estão curtas e atendem entre dois e três dias, na maioria dos casos.
Segundo o Imea, a colheita de milho safrinha chegou a 90,3% da sua área.
Frigoríficos ofertam preços acima da referência afim de alongar as escalas de abate.
Caiu de 0,86% para 0,81% a estimativa para expansão do PIB brasileiro.
A dificuldade de conseguir boiadas terminadas tem sido o principal motivo das recentes altas.
Segundo levantamento da Scot Consultoria, o avicultor paulista recebe, em média, R$2,25 pelo quilo.
Em virtude do pagamento dos salários, há melhora na expectativa do consumo de carne.
A baixa oferta de bovinos terminados tem precificado a arroba bovina.
De toda forma, a alta do mercado futuro é sempre uma boa notícia para os pecuaristas...
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