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As cotações dos bovinos destinados ao mercado interno estão estáveis na praça paulista. Com as escalas de abate mais alongadas e muitas indústrias frigoríficas em férias coletivas, em razão da época d
A exportação de carne suína in natura segue firme. Até a segunda semana de dezembro, foram embarcadas 26,97 mil toneladas.
Fatores externos e internos pressionam a cotação do sebo bovino.
A semana iniciou estável nas praças paulistas. Como de costume, as negociações na segunda-feira aconteceram em ritmo mais lento.
As escalas de abate alongadas e a movimentação menos intensa, normal na sexta-feira, acarretaram estabilidade na cotação.
As escalas alongadas, fechadas até o início do próximo ano, trouxeram estabilidade nesta semana nas praças pecuárias paulistas.
Com a proximidade das festividades de final de ano, época em que alguns frigoríficos dão férias coletivas para seus colaboradores, e as escalas de abate confortáveis, fechadas até o final do ano na ma
Seguindo a toada do início da semana, visto que a maioria das indústrias frigoríficas estão trabalhando com escalas de abate, em média, de 10 dias. Não houve alteração no preço de bovinos terminados.
Fica a atenção para os próximos dias, com um consumo doméstico que ainda não levantou voo, a cotação do boi gordo pode recuar mais.
A exportação brasileira de carne suína totalizou 93,4 mil toneladas em novembro, volume 18% maior em comparação ao mesmo período do ano passado, com 79,3 mil toneladas.
Taxa de câmbio especial, criada pelo governo argentino para o complexo soja, interrompe sequência de altas na cotação do sebo bovino.
As cotações no mercado de reposição recuaram 15,0% em doze meses (dez/22 versus dez/21), na média de todas as categorias de machos e fêmeas para reposição, puxado pelas fêmeas mais jovens.
O preço seguiu estável para o primeiro dia da semana (12/12), visto que a ponta frigorífica alongou as escalas de abate. Não houve alteração nos preços dos bovinos destinados ao abate.
Após a sinalização de queda no dia anterior (7/12), a cotação da arroba para boi, vaca e novilha gordos caiu R$3,00. A estratégia da ponta compradora em ofertar mais para fechar escalas de abate mais
Seguindo a tendência do início da semana, a quarta-feira (7/12) abriu com as cotações da arroba de boi, vaca e novilha gordos estáveis, mas sinalizando ajustes negativos no decorrer da semana.
Seguindo a tendência do início da semana, a quarta-feira (07/12) abriu com as cotações da arroba de boi, vaca e novilha gordos estáveis, mas sinalizando ajustes negativos no decorrer da semana.
Acompanhando a estabilidade do início da semana, a terça-feira (6/12) amanheceu com as cotações da arroba de boi, vaca e novilha gordos estáveis.
Acompanhando a estabilidade do início da semana, a terça-feira amanheceu com as cotações da arroba de boi, vaca e novilha gordos estáveis.
Possíveis recuos nos preços não estão descartados, devido à alta oferta, mas, por enquanto, os preços devem seguir estáveis.
A semana iniciou estável nas praças paulistas. Como de costume, as negociações na segunda-feira acontecem mais devagar
As indústrias, com necessidade de avançar as escalas, ofertaram mais R$5,00/@ para todas as categorias monitoradas pela Scot Consultoria, incluindo o “boi China”, na comparação com dia anterior (1/12)
Alta na cotação da arroba do boi gordo em São Paulo. Preços dos bovinos de reposição em queda. Exportação de carne bovina teve ótimo desempenho até outubro.
Gravado em 2/12/22. Alta na cotação da arroba do boi gordo em São Paulo. Preços dos bovinos de reposição em queda. Exportação de carne bovina teve ótimo desempenho até outubro.
Após a alta ocorrida ontem (30/11), os compradores iniciaram a quinta-feira com preços estáveis nas praças paulistas.
Depois de um começo de semana estável, a ponta compradora ofertou R$5,00 a mais pela arroba de boi gordo devido ao enxugamento da oferta de bovinos terminados.
A semana iniciou com preços estáveis para os bovinos destinados ao abate na praça paulista, com as escalas de abate das indústrias operando, em média, em dez dias.
Mesmo que no curto prazo os preços tendam a quedas, com a aproximação das festividades de fim de ano e recebimentos de salários aumentando a demanda, altas não estão descartadas.
Entrevista com o professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do centro Insper Agro Global, Marcos Jank
TIMES BRASIL
China e México impõem barreiras à carne
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