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As escalas de abate dos frigoríficos estarão confortáveis até o final do mês, porém, com ofertas mais ajustadas para período, predominantemente, advindos de confinamentos.
As escalas de abate dos frigoríficos estiveram confortáveis até o final do mês, porém, com ofertas mais ajustadas para o período, predominantemente advindas de confinamentos.
Diferindo da sazonalidade para outubro, os preços dos bovinos se mantiveram sustentados em todas as categorias na região.
A cotação do boi gordo está estável na comparação diária. A oferta boa, com boiadas provenientes principalmente dos confinamentos, tem permitido escalas de abate confortáveis, em média de nove dias. Esse equilíbrio entre oferta e procura justifica a estabilidade dos preços. Com relação ao escoamento da carne, o desempenho melhorou.
A cotação do boi gordo esteve estável na comparação diária. A oferta foi boa, com boiadas provenientes principalmente dos confinamentos, o que permitiu escalas de abate confortáveis, em média de nove dias. Esse equilíbrio entre oferta e procura justificou a estabilidade dos preços. Com relação ao escoamento da carne, o desempenho melhorou.
A oferta de bovinos para abate está escassa, a ponta vendedora está retraída e o escoamento da carne é morno, o que resulta em um mercado “parado”.
O escoamento da carne ainda não está dentro do esperado, mas a chegada do quinto dia útil do mês pode impulsionar as vendas. Além disso, parte das indústrias tem ofertado mais pela arroba para conseguir completar suas escalas de abate.
O escoamento da carne ainda não estava dentro do esperado, mas a chegada do quinto dia útil do mês poderia impulsionar as vendas. Além disso, parte das indústrias vinha ofertando mais pela arroba para conseguir completar suas escalas de abate.
A cotação do boi gordo não mudou na comparação feita dia a dia. A oferta de boiadas esteve contida e as escalas de abates começaram a encurtar, o que justificou essa estabilidade. As escalas de abate atenderam, em média, a oito dias.
A cotação do boi gordo não mudou na comparação diária. A oferta de boiadas está contida e as escalas de abates começaram a encurtar, justificando essa estabilidade.
Ao longo da terceira semana de setembro, as cotações do boi gordo, das fêmeas e do “boi China” recuaram R$5,00/@. Esse movimento foi resultado do alongamento das escalas de abate. Esse cenário permitiu que parte dos frigoríficos reduzisse os preços ofertados.
Ao longo da terceira semana de setembro, as cotações do boi gordo, das fêmeas e do “boi China” caíram R$5,00/@. Esse movimento foi causado pelo alongamento das escalas de abate.
O mercado abriu com queda de R$3,00/@ para todas as categorias.
A oferta de bovinos aumentou e o escoamento da carne não acompanhou esse movimento. Algumas indústrias estão fora das compras, remanejando as escalas de abate com a boiada já adquirida.
A oferta de bovinos aumentou e o escoamento da carne não acompanhou esse movimento. Algumas indústrias ficaram fora das compras, remanejando as escalas de abate com a boiada já adquirida.
As escalas de abate avançaram com uma oferta confortável para o comprador na primeira quinzena do mês. A demanda por carne bovina, principalmente no mercado interno, não correspondeu às expectativas para o período - colaborando com a queda na primeira quinzena. A exportação, por outro lado, segue em bom ritmo e tem colaborado para que o viés de queda seja limitado.
As escalas de abate avançaram com uma oferta confortável para o comprador na primeira quinzena do mês. A demanda por carne bovina, principalmente no mercado interno, não correspondeu às expectativas para o período - colaborando com a queda na primeira quinzena.
Ao longo da segunda semana de setembro, as cotações do boi gordo, da novilha e do “boi China” registraram quedas, fundamentadas por uma oferta de bovinos confortável, que atendeu à demanda com tranquilidade, permitindo que parte dos compradores alongasse suas escalas.
No começo da semana, a maior disponibilidade de boiadas pressionou a cotação. Entretanto, hoje, o mercado do boi gordo continuava bem ofertado, mas sem alteração nas referências de preço de todas as categorias.
Com a boa demanda internacional e para atender a boa demanda da primeira quinzena mensal, os preços para cotação do boi gordo seguiram firmes no início do mês.
A semana começou com a oferta elevada e o alongamento das escalas em parte das indústrias frigoríficas. Apesar de uma melhora no escoamento de carne, o movimento ainda não foi suficiente para sustentar o mercado.
Ausência de chuvas e cotação do boi gordo limitaram negócios e pressionaram o preço da reposição.
A exportação de carne bovina in natura seguiu no ritmo de recorde para 2025, levando a boas expectativas para setembro. Dessa forma, aliada a demanda interna, trazem sustentação para a cotação do boi gordo no curto prazo.
O escoamento de carne, que estava lento na última semana, ganhou ritmo com o início do mês e a proximidade do quinto dia útil. No mercado externo, a demanda está aquecida. Com isso, a cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$2,00/@ e R$3,00/@, respectivamente. Para a vaca e para a novilha, a cotação não mudou.
O cenário está dividido em dois movimentos. De um lado, estão os compradores, que têm antecipado negócios para suprir as escalas de abate e negociar a preços mais favoráveis. De outro, a oferta de gado está justa, o que contribui para uma melhor margem de negociação para pecuaristas e contribui com a sustentação dos preços.
O cenário esteve dividido em dois movimentos. De um lado, ficaram os compradores, que anteciparam negócios para suprir as escalas de abate e negociar a preços mais favoráveis.
A cotação do boi gordo e do boi China subiu R$2,00/@.
Entrevista com o engenheiro agrônomo e mestre em Nutrição Animal e Pastagens, Luiz Gustavo Nussio
Canal do Boi
Mercado do boi gordo abre a semana com estabilidade nas praças paulistas
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